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Archive for janeiro \20\UTC 2010

Pensando em enumerar os espaços de matriz africana, a Secretaria de Promoção da Igualdade (Sepromi) lança o projeto de Mapeamento dos Espaços de Religião de Matriz Africana. Em parceria com a Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial – (Seppir), o projeto também propõe a categorização dos espaços nos Territórios de Identidade do Recôncavo Baiano e do Baixo Sul.

Iniciado em dezembro de 2009, o projeto de Mapeamento tem como propósito servir de alicerce para elaboração de uma política estadual de desenvolvimento dos espaços de cultos africanos no Estado. Segundo a Coordenadora de Promoção de Defesa dos Direitos, Karine Limeira, o desenvolvimento deste trabalho é importante por identificar as principais demandas das Comunidades Tradicionais pesquisadas. Além disto, este mapeamento disponibiliza para o governo, subsídios para implementação de políticas públicas em prol do desenvolvimento das mesmas, mas especificadamente, as religiões de matriz africana.

O Lançamento do Mapeamento dos Espaços de Religião de Matriz Africana  acontece  dia 21 de janeiro, às 14h, na cidade de Cruz das Almas. Entretanto, outras cidades do Recôncavo, como Varzedo, Cabeceiras do Paraguaçu e São Félix já foram visitadas pelos(as) coordenadores(as) para apresentação da iniciativa aos prefeitos destes municípios. Nesta fase, 33 cidades serão integradas no projeto, o qual é formado por uma equipe de 25 selecionados (as): duas coordenadoras, duas assistentes de coordenação, um mobilizador e 20 estudantes de graduação.
 fonte: Sepromi

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O Malê de Balê não desfilará na terça-feira de Carnaval. O diretor Josélio Araújo diz que todos os anos os associados odeiam sair de madrugada, quando ninguém está na avenida. “Queremos espaço digno”, pontua.

Com o tema “O ouro negro é nosso”, o bloco iniciou uma promoção e quem mora em Itapuã paga apenas R$ 30, desde que comprove com alguma conta que tenha o nome e o endereço do folião.

Aos demais, a fantasia custa R$ 150. O Malê desfila na avenida, às 21h30 no sábado e segunda,  e no domingo, em Itapuã, às 17h30.

Fonte: Jornal A Tarde

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A partir de quarta-feira (06) até o sábado (09), o festival de música negra Real Rotação que promete balançar o Largo Pedro Archanjo durante esta semana. O projeto, que faz parte da programação Tô no Pelô, da Secretaria de Cultura do Estado da Bahia, com apoio do Pelourinho Cultural, surgiu para responder duas instigantes perguntas – a música negra dá dinheiro? E para o bolso de quem?

O Real Rotação apresentará uma vasta programação, desde Talk Shows a batalhas de Mc’s com prêmio em dinheiro e um baile black em homenagem a Tim Maia, além de muita música negra durante  os quatro dias de festa.

Programação

06/01/10 – Conversa Afinada (Talk Show) – Cultura Negra dá Dinheiro? Para o bolso de quem?

Entrevistados/ as: Zezé Motta,  Pestana (Editor Chefe da Revista Raça) e o cantor Dão

Participação: cantora Dona Liu e o rapper Lukas Kintê.

07/01/10Batalha de MC’s – Fora de Órbita Em Rotação. Campeonato de Free Style – Com premiação para o 1º, 2º e 3º lugar

Participação: grupos de rap Versu2 e Nova Saga.

08/01/10Lançamento da Mix Tape Rotação 33 – 1 DJ, 11 MCs. O Dj KLJay  assume o comando das pick-ups, enquanto os rappers Max B.O, Kamau, Aori, De Leve, Lívia Cruz, Sombra, Gaspar, Parte Hum, Phantom e Indião da dupla Andrômeda  cantam juntos no mesmo palco.

09/01/10 – Baile Black Especial Tim Maia

Participação: DJs KLJay, Mauro Telefunksoul e Bandido.

O que: Real Rotação

Quando: De 06 a 09 de Janeiro, sempre ás 19h.

Onde: Praça Pedro Arcanjo, Pelourinho

Quanto: Ingressos variam de R$ 0,40 a R$ 5, vendas no local

 

 

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Para quem curte fotografia e também se interessa por candomblé, uma boa opção é a  exposição intitulada  “Depois da Festa- Decoração ritual do Terreiro da Casa Branca”.

A mostra traz fotografias da decoração litúrgica da Casa Branca feitas por Regina Martinelli Serra. É uma oportunidade de conferir a variação de cores e formatos que tomam o barracão e outros espaços dos terreiros durante as festas. 

Regina Martinelli Serra é membro da comunidade da Casa Branca. Em 2001 ela pediu licença à ialorixá do terreiro, Mãe Tatá, para fazer as fotografias.

“Na Casa Branca não se pode fazer fotografias durante os rituais. Às vezes tinha que esperar um pouco mais, pois havia os erês e na sua presença também não podia registrar nada. Durante dois anos fui fazendo as fotos. Fiz também retratos que pretendo um dia incorporar a esta exposição”, conta Regina.

De acordo com ela, a exposição é também uma forma de mostrar a beleza do trabalho feito pela comunidade da casa, na maioria das vezes com papel, flores e pano. “Tudo muito simples e extremamente belo.  A criatividade do povo de santo conseguia tirar daqueles  elementos um esplendor que até hoje me comove”, completa.

A mostra prossegue até o dia 5 de março. O período de visitas é de segunda a sexta das 9 às 18 horas, no Museu de Arqueologia e Etnologia da Ufba e no Museu Afro-Brasileiro, ambos localizados no prédio da antiga Faculdade de Medicina,  no Terreiro de Jesus,  Pelourinho.

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