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Archive for the ‘Notícias’ Category

Fonte: El Norte.ec

negritosIBARRA. ¿Sabes qué se celebra este domingo? preguntamos a Dayra Chalá, unaniña de 6 años.
“Es el Día del Negro”, dijo Dayra, que estudia tercer año de Básica en la escuela Pedro Claver, de Carpuela, comunidad que forma parte del Valle del Chota.

Celebración. En 1997, el Congreso Nacional,  declaró al primer domingo de octubre como el Día del Negro Ecuatoriano y a Alonso de Illescas como héroe nacional.  

Criterios.  José Chalá, secretario general de la Corporación de Desarrollo Afroecuatoriano, Codae, manifestó que hace 510 años “somos parte de las Américas” y que la celebración es el  reconocimiento de la presencia afrodescendiente y su aporte a la construcción de  Ecuador. 
Chalá no habla del Día del Negro; él afirma que hoy se celebra el Día de la  Afroecuatorianidad.
“La palabra negro es un invento desde la colonia para degradar la condición humana de las mujeres, hombres y niños, de procedencia africana que fueron esclavizados”, recalcó. 
A través de la Codae, entidad adscrita a la Presidencia de la República, José Chalá piensa que se fortalece el Estado intercultural y plurinacional, con políticas públicas.
A través de la campaña ‘Identifícate orgullosamente Afrodescendiente’ en el censo de noviembre de 2010, se impulsó la pregunta de autoidentificación, en la que los afrodeecuatorianos se reconocieron como tales, a diferencia de lo que sucedió en el censo de 2001. 
1 millón 41 mil 559 personas de autoidentificaron como afroecuatorianos en el país, representando al 7,2% de la población nacional. Mientras que en el censo de 2001 solo se reconocieron como afrodescendientes, 604 mil  habitantes.

Actualmente, se espera el segundo debate de la Ley Orgánica de los Derechos Colectivos del Pueblo Afroecuatoriano, en la que, entre otros capítulos, se habla del Conocimiento y saberes ancestrales, Patrimoniocultural y etnoeducación.   
En 2009, el presidente Rafael Correa aprobó el Decreto 60, en el que se establece una política pública para “eliminar la discriminación racial y la exclusión étnica y cultural”.
También se decreta que, en todas las instancias del Estado se procurará el acceso laboral de afroecuatorianos, indígenas y montubios. También considera tomar en cuenta a personajes destacados en plazas, monumentos ynombres de calles.  
En Carpuela se colocó un monumento en homenaje a Milton Tadeo, pionero de la música bomba y una calle lleva su nombre. En la Universidad Andina Simón Bolívar, existe un vitral con la imagen de la choteña FernandaBarriga, que acompañó a Simón Bolívar en sus últimos días, pero de esto no se aprende en las aulas de clase.  

Eventos. Hoy se realizarán varias actividades en Ibarra y La Concepción para celebrar el Día de al Afroecuatorianidad.
En La Concepción, la Federación de Comunidades Negras de Imbabura y Carchi, Feconic, organiza  una misa afro y la presentación de grupos locales de bomba.
Mientras que, en Ibarra, la Fundación Piel Negra, que inició ayer los festejos, realizará la feria Afrochoteña desde las 10:00 en el parque de la Familia. 
Se prevé la presentación de grupos como: Marabú, Percusión Latina, Generación 2000, Auténticos del Valle, Inquietos de la Bomba, entre otros. El evento es gratuito. 
Carlos Andrade, integrante de Piel Negra, recordó que la celebración comenzó en Ibarra hace 13 años. Piel Negra es el primer grupo de jóvenes afrodescendientes que nació para visibilizar al pueblo afroecuatoriano. 
“No se trata de emitir solo el discurso negativo de la esclavitud, sino de fomentar un grupo organizativo… Estamos aquí y ahora miramos para adelante, con respeto, tolerancia e interculturalidad”, enfatizó Andrade.

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Seminário que acontece dia 22 de abril das 14:00 as 18:00 em Salvador, conta com a participação de Kumi Rauf, criador da fan page que tem mais de seis milhões de fãs “I Love being black” (Eu amo ser negro/a).

Kumi Rauf, é considerado um dos maiores empreendedores negros da internet. Ele contará experiências da sua tragetória e as técnicas adotadas para que sua fan page tivesse êxito.

O evento é aberto ao público e será realizado no Conselho de Cultura (anexo ao Palácio da Aclamação), na avenida Sete de Setembro, Centro, terá ainda palestras da idealizadora da cooperativa Arte e Gênero, Rose Rozendo, e do coordenador do MBA em Mídias Sociais da Faculdade Batista Brasileira (FBB), Marcello Chamusca.

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É nesta quinta-feira, dia 31 de Janeiro, a gravação do DVD do Ilê Aiyê. O show acontecerá na Concha Acústica do Tatro Castro Alves e contará com a participação de convidados especiais: Daniela Mercury, que vai cantar seu sucesso ‘Ilê Pérola Negra’, além de Carlinhos Brown, Margareth Menezes, Beto Jamaica, Lazinho (Olodum) e Barabadá.

 

O bloco afro estará comemorando a chegada do seus 40 anos, com a gravação do “DVD Ilê Aiyê – Bonito de se ver” que trará em seu repertório músicas antigas, dos anos 80, como “Que Bloco é esse”, “Deusa do Ébano” e “Depois que o Ilê Passar”, entre outras. E também as novas canções, como “Negra Perfumada”.

 

Vale a pena conferir.

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O texto foi escrito a partir de projeto de estudo público sobre o

tema África- Brasil e aborta livremente o mito de Édipo Rei

Um aglomerado de pessoas forma a fila que dá acesso à entrada do teatro. Engatam uma conversa trivial enquanto caminham juntas para ocupar seus lugares nas cadeiras dispostas em formato oval, lembrando o convés de um navio. Terceiro sinal e nada acontece. Algumas reclamam, querem sair, depois percebem que as portas do teatro estão trancadas. Um homem passa mal e, num instante, caiu duro no chão. A mulher ao lado pede ajuda. O clima de desconforto se instaura. Nesta  atmosfera começa A Travessia da Calunga Grande, espetáculo inédito da Cia Livre, que estreou dia 8 de março, quinta-feira, às 20h30, no Galpão do SESC Pompeia.

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Com dramaturgia de Gabriela Amaral Almeida, em processo colaborativo com a Cia Livre e direção artística de Cibele Forjaz, o espetáculo – que tem patrocínio da Petrobras e é contemplado pelo Programa Municipal de Fomento ao Teatro para a Cidade de São Paulo, assim como o projeto de pesquisa – traz no elenco os atores Lúcia Romano, Tatih Ribeiro, Edgar Castro, Eduardo Silva, Raoni Garcia e Sidney Santiago e os músicos Lincoln Antonio e Beth Beli.

Depois de quatro anos de pesquisa sobre mitos ameríndios (povos indígenas das Américas), que deram origem aos espetáculos Vem-Vai – O Caminho dos Mortos e Raptada pelo Raio, agora a Cia Livre dirige seu olhar para a relação entre África e Brasil.

África e Brasil já resultam em um rico conteúdo histórico social e artístico, mas a trupe de Cibele Forjaz foi além e, para tal investigação, aprofundou sua pesquisa em uma geografia ainda mais distante,  com a obra Édipo Rei, de Sófocles, para, só então, criar a dramaturgia do espetáculo. “Construí o texto a partir do cruzamento do nosso estudo com a história de Édipo para traçar um paralelo com o problema da identidade cultural”, explica a dramaturga Gabriela Amaral Almeida.

“Partindo desse mito, propomos articular as ambiguidades da mestiçagem do nosso povo, onde permanece a marca de origem da escravidão e as relações econômicas e sociais baseadas na desigualdade”, completa Cibele Forjaz.

Homens ao mar

O teatro transforma-se em um navio negreiro e a trama da peça refaz a travessia da Calunga Grande, mar e morte, em língua Bantu. O navio, em eterno trânsito entre o Brasil e a África à cata de escravos, alude à perpetuação dos crimes da escravidão e seus ecos na nossa sociedade, aqui e agora: “O Brasil ainda cabe num navio negreiro”, reflete a dramaturga.

  

Na cabine de controle do País Itinerante Fortuna Tropical, os três representantes da superestrutura naval (Cientista, Diplomata e Assassino) comandam a tripulação. Após uma grande tempestade, a água entra na casa de máquinas quebrando uma peça importante do motor. Um sobrevivente consegue consertar a peça em troca de privilégios. Ele ganha nova identidade, Tanto Faz McCarty, e conquista o posto de capitão.

 

No primeiro movimento da peça, o Capitão Tanto Faz McCarty refaz em cena todo o percurso do comércio atlântico, do embarque de prisioneiros na África ao mercado de escravos no Brasil. “Em sua desmedida, trai a cabine de controle, é morto e sangrado. Seu sangue envenenado é responsável por uma peste que se abate sobre a tripulação”, conta Cibele.

No segundo movimento, acompanhamos a ascensão de Nora, que emerge do porão e “salva” a tripulação da peste. Astuta, chama atenção da cabine de controle e assume o lugar vago, deixado pelo Capitão. “Nora se tornará uma espécie de “mãe” para a tripulação. No entanto, sua sede de poder também a levará a atitudes extremas de dominação”, detalha a diretora.

“À medida que estes dois protagonistas se afastam de suas origens, a tripulação do barco ganha força, constituindo um coro de resistência que dificulta o funcionamento dessa estrutura de poder viciada”, explica a diretora. “As crises deflagradas pela resistência do coro do porão levam Nora e Tanto Faz McCarty a se confrontarem com a sua maior fraqueza: o esquecimento de suas raízes”,  continua Cibele.

A diretora faz uma analogia com o sistema político: “O Capitão é um feitor de escravos que desconhece sua origem mestiça. Já Nora, reflete os ecos da República, onde a população é livre, mas desigual. Afinal, somos uma democracia sem igualdade social.”

 

No final, todos são chamados a identificar o corpo de um cadáver insepulto, encontrado no porão do navio. Mas, afinal, quem é esse cadáver? E quem matou? Um velho cego e vidente é chamado para resolver o mistério. A partir de suas revelações, é refeita a conexão entre um crime de origem e o presente. “O fim, claro, é um mistério, como toda história de investigação. Teremos uma surpresa na hora da revelação final”, provoca Cibele Forjaz.

Trilogia dos mitos e mortes

Desde 2006, a Cia Livre tem se dedicado à pesquisa sobre mitos, morte e renascimento na cultura brasileira, em parceria com o antropólogo Pedro Cesarino e com o historiador Rodrigo Bonciani.

Por se tratar de um tema vasto, o grupo logo percebeu que o projeto não caberia apenas em um espetáculo, então, dividiram em três partes. Uma pesquisa sobre os povos ameríndios resultou nos espetáculos Vem Vai, O Caminho dos Mortos (2007) e Raptada pelo Raio (2009). A Travessia da Calunga Grande é, portanto, o terceiro espetáculo dessa pesquisa e fecha a trilogia sobre os mitos de mortes. “Nossos estudos levantam como cada cultura lida com a morte e a partir dela como gera a compreensão da vida”, explica Cibele.

A Cia Livre aprofundou a pesquisa sobre formação do povo brasileiro. “Deparamo-nos com dois temas fundamentais: a escravidão e o problema da identidade brasileira, uma identidade mestiça, complexa, formada não de unidade, mas de diferenças e marcada por rupturas, violências, apagamentos, sobreposições e sincretismos”, explica o pesquisador Pedro Cesarino. “Não dá para falar sobre a gênese africana no Brasil sem levar em conta que existiu um processo de violência extrema, que muitas vezes tentamos apagar ou esquecer. Nossa sociedade se formou a partir de um sistema escravocrata e suas marcas estão presentes até hoje. É necessário ter consciência para mudar”, completa Cibele.

  

Enquanto os atores cantam e dançam em direção à saída da sala, uma espécie de lavagem, com água de cheiro, toma o espaço cênico. A plateia – que participa do coro – leva para casa sementes de vários tipos de árvores, simbolizando o renascimento.

 

(Adriana Balsanelli – fevereiro de 2012)

 

Sobre a Cia Livre

A Cia. Livre formou-se em 2000, com os espetáculos “Toda Nudez Será Castigada” e “Os 7 Gatinhos”, de Nelson Rodrigues. Trabalha com temas ligados à brasilidade e à formação cultural brasileira desde 2004, quando ocupou o Teatro de Arena de São Paulo, com os projetos Arena Conta Arena 50 Anos Arena Conta Danton (Prêmio Mambembe/2004 e Prêmio Shell Especial/2004). Em 2006, com o projeto de pesquisa Mitos de Morte e Renascimento: Povos Ameríndios montou os espetáculos Vem Vai – O Caminho dos Mortos (2007/2009), com dramaturgia de Newton Moreno (Prêmio Shell de direção e atriz); eRaptada Pelo Raio (2009/2010), com dramaturgia de Pedro Cesarino.

Para roteiro:

A Travessia da Calunga Grande – Estreou dia 8 de março, quinta-feira, às 20h30, no Galpão do SESC Pompeia.  Dramaturgia – Gabriela Amaral Almeida em parceria com a Cia.Livre.  Direção – Cibele Forjaz. Elenco – Lúcia Romano, Tatih Ribeiro, Edgar Castro, Eduardo Silva, Raoni Garcia, Sidney Santiago. Músicos – Lincoln Antonio/Ana Rodrigues. Direção de ArteCenografia e Figurino – Simone Mina.Iluminação – Alessandra Domingues. Direção Musical e Música Original – Lincoln Antonio. Direção de Ritmo – Beth Beli. Preparadora vocal – Lúcia Gayotto. Preparadora Corporal – Lu Favoreto.Operação de luz – Felipe Boquimpani. Operador de som: Pedro Vince. Contra-regra – Elizete Jeremias. Cenotécnico – Wanderley Wagner da Silva. Assistente de direção – Luaa Gabanini. Assessoria de imprensa – Arteplural. Assistente de produção – Daniel Cordova. Produção Executiva: Eder Lopes. Direção de produção – Eneida de Souza. Criação e realização – Cia.Livre. Duração – 2h30 minutos.

SESC Pompeia – Rua Clélia 93 – Galpão. Não recomendado para menores de 14 anos. Temporada – 8 de março a 29 de abril (com exceção de 06 de abril – Feriado de Paixão de Cristo). Quinta a sábado, às 20h30, domingos, às18h30. Ingressos – R$ 16,00 (inteira); R$ 8,00 (usuário matriculado no SESC e dependentes, +60 anos, estudantes e professores da rede pública de ensino); R$ 4,00 (trabalhador no comércio e serviços matriculado no SESC e dependentes). Capacidade – 150 lugares. Telefone para informações: (11) 3871-7700. Não temos estacionamento. Para informações sobre outras programações ligue 0800-118220 ou acesse o portal www.sescsp.org.brFuncionamento da bilheteria do SESC Pompeia – de terça a sábado, das 9h às 21h e aos domingos, das 9h às 19h. Aceitam-se cheque, cartões de crédito (Visa, Mastercard, Diners Club International e American Express) e débito (Visa Electron, Mastercard Electronic, Maestro, Redeshop e Cheque Eletrônico).

Para solicitação de credenciamento jornalístico e cortesias, o contato pode ser feito no setor de Comunicação do SESC Pompeia, com Roberta Della Noce ou Marina Pereira, no telefone (11) 3871-7740 ou emails: roberta@pompeia.sescsp.org.br e mclaudia@pompeia.sescsp.org.br.

 

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Aprendo Ensinando: Experiências num Espaço Religioso é o título do novo livro da yalorixá Valnízia Pereira de Oliveira. O lançamento  acontece no dia 12 de outubro, a partir das 18 horas, na Praça de Oxum do Terreiro Casa Branca.

Mãe Valnizia, consagrada ao orixá Ayrá, é a ialorixá do Terreiro do Cobre, um espaço religioso fundado no século XIX pela africana Margarida de Xangô e que teve como uma de suas líderes a célebre Flaviana de Oxum. Após Resistência e Fé, sua autobriografia, lançada em 2009, Mãe Valnizia conta nessa nova publicação as histórias da sua relação com os seus filhos espirituais, além de reminiscências da sua convivência na comunidade da Casa Branca, onde aconteceu a sua consagração religiosa.

“Para conhecer as histórias sobre minha tataravó Margarida de Xangô e sobre minha bisavó Flaviana Bianc recorri aos estudos de um historiador francês. Então, nesses anos todos  dessa minha trajetória espiritual eu fiquei pensando por que eu mesma não poderia contar as histórias da minha comunidade”, afirma Mãe Valnizia.

De acordo com a yalorixá, um dos objetivos desse novo livro é enriquecer a memória coletiva da comunidade religiosa que lidera. “Eu quero que no futuro os netos e bisnetos dos meus filhos-de-santo saibam de onde vem a sua ancestralidade e tenham consciência do que estão fazendo no Terreiro do Cobre”, acrescenta Mãe Valnizia.

A iniciativa tem o apoio da Universidade do Estado da Bahia (Uneb) e a parceria da Secretaria de Promoção da Igualdade Racial (Sepromi); Fundação Pedro Calmon, da Secretaria de Cultura do Estado da Bahia; Secretaria Municipal da Reparação (Semur) e APLB.

Serviço:

O quê: Lançamento do livro Aprendo Ensinando: Experiência num Espaço Religioso, de autoria da yalorixá Mãe Valnizia de Ayrá

Quando: 12 de outubro às 18 horas

Onde: Praça de Oxum do Terreiro da Casa Branca (Avenida Vasco da Gama, 463, Federação)

fonte :SEPROMI

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A Secretaria de Promoção da Igualdade Racial (Sepromi) lançará os projetos: “Rede de Combate ao Racismo e à Intolerância Religiosa” e “Municipalizando a Política de Promoção da Igualdade Racial no Estado da Bahia”, no dia 08 de agosto de 2011, a partir das 9h, no Hotel Portobello, em Ondina.  

O evento, que contará com a participação da ministra-chefe da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Seppir), Luiza Bairros, tem como um de seus objetivos apresentar as ações de fortalecimento e a expansão das políticas afirmativas nos municípios da Bahia, através do projeto “Municipalizando a Política de Promoção da Igualdade Racial no Estado da Bahia”. 

 
A “Rede de Combate ao Racismo e à Intolerância Religiosa” visa trabalhar de maneira articulada com as esferas do poder público e da sociedade civil organizada, na orientação, acompanhamento e prevenção aos casos de racismo ou ódio religioso.  

 
Esses projetos convergem para a estratégia de atuação da Sepromi, que é planejar e executar políticas públicas de promoção da igualdade racial, para garantir o direito dos indivíduos e grupos étnicos atingidos pela discriminação e demais formas de intolerância.  

 
Na ocasião, participarão do evento os 33 municípios que fazem parte do Fórum Estadual de Gestores (as) Municipais de Promoção da Igualdade Racial, bem como, autoridades, instituições e representantes de movimentos sociais.  

 
ServiçoQuem: Secretaria de Promoção da Igualdade Racial (Sepromi)

 
O quê: Lançamento dos Projetos: “Rede de Combate ao Racismo e à Intolerância Religiosa” e “Municipalizando a Política de Promoção da Igualdade Racial no Estado da Bahia”

 
Quando: 08/08/2011

 
Local: Hotel Portobello 

 
Horário: 9h

 
End: Av. Oceânica, 2275, Ondina – Salvador 

Fonte: SEPROMI

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O terreiro Ilê Axé Jitolú, localizado no Curuzu, no tradicional bairro da Liberdade será reaberto  no próximo domingo dia 7 de agosto, após  permacer fechado  a quase
dois anos devido  a morte da ialorixá Mãe Hilda.

O início da cerimônia está prevista para iniciar   às 20h,  ocasião em que a nova ialorixá Hildelice Benta, filha de Mãe
Hilda, escolhida para sucedê-la,  tomará posse. A festa é aberta ao público e   Oxalá será o grande  homenageado visto que é o orixá de Mãe Hildelice.

Além de assumir o Terreiro, Mãe Hildelice  também  assumirá a  direção da Escola Mãe Hilda, que funciona na sede da Associação Cultural e Carnavalesca Ilê Aiyê e atende a comunidade local.

 

 

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