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Archive for the ‘Notícias’ Category

Fonte: El Norte.ec

negritosIBARRA. ¿Sabes qué se celebra este domingo? preguntamos a Dayra Chalá, unaniña de 6 años.
“Es el Día del Negro”, dijo Dayra, que estudia tercer año de Básica en la escuela Pedro Claver, de Carpuela, comunidad que forma parte del Valle del Chota.

Celebración. En 1997, el Congreso Nacional,  declaró al primer domingo de octubre como el Día del Negro Ecuatoriano y a Alonso de Illescas como héroe nacional.  

Criterios.  José Chalá, secretario general de la Corporación de Desarrollo Afroecuatoriano, Codae, manifestó que hace 510 años “somos parte de las Américas” y que la celebración es el  reconocimiento de la presencia afrodescendiente y su aporte a la construcción de  Ecuador. 
Chalá no habla del Día del Negro; él afirma que hoy se celebra el Día de la  Afroecuatorianidad.
“La palabra negro es un invento desde la colonia para degradar la condición humana de las mujeres, hombres y niños, de procedencia africana que fueron esclavizados”, recalcó. 
A través de la Codae, entidad adscrita a la Presidencia de la República, José Chalá piensa que se fortalece el Estado intercultural y plurinacional, con políticas públicas.
A través de la campaña ‘Identifícate orgullosamente Afrodescendiente’ en el censo de noviembre de 2010, se impulsó la pregunta de autoidentificación, en la que los afrodeecuatorianos se reconocieron como tales, a diferencia de lo que sucedió en el censo de 2001. 
1 millón 41 mil 559 personas de autoidentificaron como afroecuatorianos en el país, representando al 7,2% de la población nacional. Mientras que en el censo de 2001 solo se reconocieron como afrodescendientes, 604 mil  habitantes.

Actualmente, se espera el segundo debate de la Ley Orgánica de los Derechos Colectivos del Pueblo Afroecuatoriano, en la que, entre otros capítulos, se habla del Conocimiento y saberes ancestrales, Patrimoniocultural y etnoeducación.   
En 2009, el presidente Rafael Correa aprobó el Decreto 60, en el que se establece una política pública para “eliminar la discriminación racial y la exclusión étnica y cultural”.
También se decreta que, en todas las instancias del Estado se procurará el acceso laboral de afroecuatorianos, indígenas y montubios. También considera tomar en cuenta a personajes destacados en plazas, monumentos ynombres de calles.  
En Carpuela se colocó un monumento en homenaje a Milton Tadeo, pionero de la música bomba y una calle lleva su nombre. En la Universidad Andina Simón Bolívar, existe un vitral con la imagen de la choteña FernandaBarriga, que acompañó a Simón Bolívar en sus últimos días, pero de esto no se aprende en las aulas de clase.  

Eventos. Hoy se realizarán varias actividades en Ibarra y La Concepción para celebrar el Día de al Afroecuatorianidad.
En La Concepción, la Federación de Comunidades Negras de Imbabura y Carchi, Feconic, organiza  una misa afro y la presentación de grupos locales de bomba.
Mientras que, en Ibarra, la Fundación Piel Negra, que inició ayer los festejos, realizará la feria Afrochoteña desde las 10:00 en el parque de la Familia. 
Se prevé la presentación de grupos como: Marabú, Percusión Latina, Generación 2000, Auténticos del Valle, Inquietos de la Bomba, entre otros. El evento es gratuito. 
Carlos Andrade, integrante de Piel Negra, recordó que la celebración comenzó en Ibarra hace 13 años. Piel Negra es el primer grupo de jóvenes afrodescendientes que nació para visibilizar al pueblo afroecuatoriano. 
“No se trata de emitir solo el discurso negativo de la esclavitud, sino de fomentar un grupo organizativo… Estamos aquí y ahora miramos para adelante, con respeto, tolerancia e interculturalidad”, enfatizó Andrade.

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Seminário que acontece dia 22 de abril das 14:00 as 18:00 em Salvador, conta com a participação de Kumi Rauf, criador da fan page que tem mais de seis milhões de fãs “I Love being black” (Eu amo ser negro/a).

Kumi Rauf, é considerado um dos maiores empreendedores negros da internet. Ele contará experiências da sua tragetória e as técnicas adotadas para que sua fan page tivesse êxito.

O evento é aberto ao público e será realizado no Conselho de Cultura (anexo ao Palácio da Aclamação), na avenida Sete de Setembro, Centro, terá ainda palestras da idealizadora da cooperativa Arte e Gênero, Rose Rozendo, e do coordenador do MBA em Mídias Sociais da Faculdade Batista Brasileira (FBB), Marcello Chamusca.

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É nesta quinta-feira, dia 31 de Janeiro, a gravação do DVD do Ilê Aiyê. O show acontecerá na Concha Acústica do Tatro Castro Alves e contará com a participação de convidados especiais: Daniela Mercury, que vai cantar seu sucesso ‘Ilê Pérola Negra’, além de Carlinhos Brown, Margareth Menezes, Beto Jamaica, Lazinho (Olodum) e Barabadá.

 

O bloco afro estará comemorando a chegada do seus 40 anos, com a gravação do “DVD Ilê Aiyê – Bonito de se ver” que trará em seu repertório músicas antigas, dos anos 80, como “Que Bloco é esse”, “Deusa do Ébano” e “Depois que o Ilê Passar”, entre outras. E também as novas canções, como “Negra Perfumada”.

 

Vale a pena conferir.

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O texto foi escrito a partir de projeto de estudo público sobre o

tema África- Brasil e aborta livremente o mito de Édipo Rei

Um aglomerado de pessoas forma a fila que dá acesso à entrada do teatro. Engatam uma conversa trivial enquanto caminham juntas para ocupar seus lugares nas cadeiras dispostas em formato oval, lembrando o convés de um navio. Terceiro sinal e nada acontece. Algumas reclamam, querem sair, depois percebem que as portas do teatro estão trancadas. Um homem passa mal e, num instante, caiu duro no chão. A mulher ao lado pede ajuda. O clima de desconforto se instaura. Nesta  atmosfera começa A Travessia da Calunga Grande, espetáculo inédito da Cia Livre, que estreou dia 8 de março, quinta-feira, às 20h30, no Galpão do SESC Pompeia.

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Com dramaturgia de Gabriela Amaral Almeida, em processo colaborativo com a Cia Livre e direção artística de Cibele Forjaz, o espetáculo – que tem patrocínio da Petrobras e é contemplado pelo Programa Municipal de Fomento ao Teatro para a Cidade de São Paulo, assim como o projeto de pesquisa – traz no elenco os atores Lúcia Romano, Tatih Ribeiro, Edgar Castro, Eduardo Silva, Raoni Garcia e Sidney Santiago e os músicos Lincoln Antonio e Beth Beli.

Depois de quatro anos de pesquisa sobre mitos ameríndios (povos indígenas das Américas), que deram origem aos espetáculos Vem-Vai – O Caminho dos Mortos e Raptada pelo Raio, agora a Cia Livre dirige seu olhar para a relação entre África e Brasil.

África e Brasil já resultam em um rico conteúdo histórico social e artístico, mas a trupe de Cibele Forjaz foi além e, para tal investigação, aprofundou sua pesquisa em uma geografia ainda mais distante,  com a obra Édipo Rei, de Sófocles, para, só então, criar a dramaturgia do espetáculo. “Construí o texto a partir do cruzamento do nosso estudo com a história de Édipo para traçar um paralelo com o problema da identidade cultural”, explica a dramaturga Gabriela Amaral Almeida.

“Partindo desse mito, propomos articular as ambiguidades da mestiçagem do nosso povo, onde permanece a marca de origem da escravidão e as relações econômicas e sociais baseadas na desigualdade”, completa Cibele Forjaz.

Homens ao mar

O teatro transforma-se em um navio negreiro e a trama da peça refaz a travessia da Calunga Grande, mar e morte, em língua Bantu. O navio, em eterno trânsito entre o Brasil e a África à cata de escravos, alude à perpetuação dos crimes da escravidão e seus ecos na nossa sociedade, aqui e agora: “O Brasil ainda cabe num navio negreiro”, reflete a dramaturga.

  

Na cabine de controle do País Itinerante Fortuna Tropical, os três representantes da superestrutura naval (Cientista, Diplomata e Assassino) comandam a tripulação. Após uma grande tempestade, a água entra na casa de máquinas quebrando uma peça importante do motor. Um sobrevivente consegue consertar a peça em troca de privilégios. Ele ganha nova identidade, Tanto Faz McCarty, e conquista o posto de capitão.

 

No primeiro movimento da peça, o Capitão Tanto Faz McCarty refaz em cena todo o percurso do comércio atlântico, do embarque de prisioneiros na África ao mercado de escravos no Brasil. “Em sua desmedida, trai a cabine de controle, é morto e sangrado. Seu sangue envenenado é responsável por uma peste que se abate sobre a tripulação”, conta Cibele.

No segundo movimento, acompanhamos a ascensão de Nora, que emerge do porão e “salva” a tripulação da peste. Astuta, chama atenção da cabine de controle e assume o lugar vago, deixado pelo Capitão. “Nora se tornará uma espécie de “mãe” para a tripulação. No entanto, sua sede de poder também a levará a atitudes extremas de dominação”, detalha a diretora.

“À medida que estes dois protagonistas se afastam de suas origens, a tripulação do barco ganha força, constituindo um coro de resistência que dificulta o funcionamento dessa estrutura de poder viciada”, explica a diretora. “As crises deflagradas pela resistência do coro do porão levam Nora e Tanto Faz McCarty a se confrontarem com a sua maior fraqueza: o esquecimento de suas raízes”,  continua Cibele.

A diretora faz uma analogia com o sistema político: “O Capitão é um feitor de escravos que desconhece sua origem mestiça. Já Nora, reflete os ecos da República, onde a população é livre, mas desigual. Afinal, somos uma democracia sem igualdade social.”

 

No final, todos são chamados a identificar o corpo de um cadáver insepulto, encontrado no porão do navio. Mas, afinal, quem é esse cadáver? E quem matou? Um velho cego e vidente é chamado para resolver o mistério. A partir de suas revelações, é refeita a conexão entre um crime de origem e o presente. “O fim, claro, é um mistério, como toda história de investigação. Teremos uma surpresa na hora da revelação final”, provoca Cibele Forjaz.

Trilogia dos mitos e mortes

Desde 2006, a Cia Livre tem se dedicado à pesquisa sobre mitos, morte e renascimento na cultura brasileira, em parceria com o antropólogo Pedro Cesarino e com o historiador Rodrigo Bonciani.

Por se tratar de um tema vasto, o grupo logo percebeu que o projeto não caberia apenas em um espetáculo, então, dividiram em três partes. Uma pesquisa sobre os povos ameríndios resultou nos espetáculos Vem Vai, O Caminho dos Mortos (2007) e Raptada pelo Raio (2009). A Travessia da Calunga Grande é, portanto, o terceiro espetáculo dessa pesquisa e fecha a trilogia sobre os mitos de mortes. “Nossos estudos levantam como cada cultura lida com a morte e a partir dela como gera a compreensão da vida”, explica Cibele.

A Cia Livre aprofundou a pesquisa sobre formação do povo brasileiro. “Deparamo-nos com dois temas fundamentais: a escravidão e o problema da identidade brasileira, uma identidade mestiça, complexa, formada não de unidade, mas de diferenças e marcada por rupturas, violências, apagamentos, sobreposições e sincretismos”, explica o pesquisador Pedro Cesarino. “Não dá para falar sobre a gênese africana no Brasil sem levar em conta que existiu um processo de violência extrema, que muitas vezes tentamos apagar ou esquecer. Nossa sociedade se formou a partir de um sistema escravocrata e suas marcas estão presentes até hoje. É necessário ter consciência para mudar”, completa Cibele.

  

Enquanto os atores cantam e dançam em direção à saída da sala, uma espécie de lavagem, com água de cheiro, toma o espaço cênico. A plateia – que participa do coro – leva para casa sementes de vários tipos de árvores, simbolizando o renascimento.

 

(Adriana Balsanelli – fevereiro de 2012)

 

Sobre a Cia Livre

A Cia. Livre formou-se em 2000, com os espetáculos “Toda Nudez Será Castigada” e “Os 7 Gatinhos”, de Nelson Rodrigues. Trabalha com temas ligados à brasilidade e à formação cultural brasileira desde 2004, quando ocupou o Teatro de Arena de São Paulo, com os projetos Arena Conta Arena 50 Anos Arena Conta Danton (Prêmio Mambembe/2004 e Prêmio Shell Especial/2004). Em 2006, com o projeto de pesquisa Mitos de Morte e Renascimento: Povos Ameríndios montou os espetáculos Vem Vai – O Caminho dos Mortos (2007/2009), com dramaturgia de Newton Moreno (Prêmio Shell de direção e atriz); eRaptada Pelo Raio (2009/2010), com dramaturgia de Pedro Cesarino.

Para roteiro:

A Travessia da Calunga Grande – Estreou dia 8 de março, quinta-feira, às 20h30, no Galpão do SESC Pompeia.  Dramaturgia – Gabriela Amaral Almeida em parceria com a Cia.Livre.  Direção – Cibele Forjaz. Elenco – Lúcia Romano, Tatih Ribeiro, Edgar Castro, Eduardo Silva, Raoni Garcia, Sidney Santiago. Músicos – Lincoln Antonio/Ana Rodrigues. Direção de ArteCenografia e Figurino – Simone Mina.Iluminação – Alessandra Domingues. Direção Musical e Música Original – Lincoln Antonio. Direção de Ritmo – Beth Beli. Preparadora vocal – Lúcia Gayotto. Preparadora Corporal – Lu Favoreto.Operação de luz – Felipe Boquimpani. Operador de som: Pedro Vince. Contra-regra – Elizete Jeremias. Cenotécnico – Wanderley Wagner da Silva. Assistente de direção – Luaa Gabanini. Assessoria de imprensa – Arteplural. Assistente de produção – Daniel Cordova. Produção Executiva: Eder Lopes. Direção de produção – Eneida de Souza. Criação e realização – Cia.Livre. Duração – 2h30 minutos.

SESC Pompeia – Rua Clélia 93 – Galpão. Não recomendado para menores de 14 anos. Temporada – 8 de março a 29 de abril (com exceção de 06 de abril – Feriado de Paixão de Cristo). Quinta a sábado, às 20h30, domingos, às18h30. Ingressos – R$ 16,00 (inteira); R$ 8,00 (usuário matriculado no SESC e dependentes, +60 anos, estudantes e professores da rede pública de ensino); R$ 4,00 (trabalhador no comércio e serviços matriculado no SESC e dependentes). Capacidade – 150 lugares. Telefone para informações: (11) 3871-7700. Não temos estacionamento. Para informações sobre outras programações ligue 0800-118220 ou acesse o portal www.sescsp.org.brFuncionamento da bilheteria do SESC Pompeia – de terça a sábado, das 9h às 21h e aos domingos, das 9h às 19h. Aceitam-se cheque, cartões de crédito (Visa, Mastercard, Diners Club International e American Express) e débito (Visa Electron, Mastercard Electronic, Maestro, Redeshop e Cheque Eletrônico).

Para solicitação de credenciamento jornalístico e cortesias, o contato pode ser feito no setor de Comunicação do SESC Pompeia, com Roberta Della Noce ou Marina Pereira, no telefone (11) 3871-7740 ou emails: roberta@pompeia.sescsp.org.br e mclaudia@pompeia.sescsp.org.br.

 

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Aprendo Ensinando: Experiências num Espaço Religioso é o título do novo livro da yalorixá Valnízia Pereira de Oliveira. O lançamento  acontece no dia 12 de outubro, a partir das 18 horas, na Praça de Oxum do Terreiro Casa Branca.

Mãe Valnizia, consagrada ao orixá Ayrá, é a ialorixá do Terreiro do Cobre, um espaço religioso fundado no século XIX pela africana Margarida de Xangô e que teve como uma de suas líderes a célebre Flaviana de Oxum. Após Resistência e Fé, sua autobriografia, lançada em 2009, Mãe Valnizia conta nessa nova publicação as histórias da sua relação com os seus filhos espirituais, além de reminiscências da sua convivência na comunidade da Casa Branca, onde aconteceu a sua consagração religiosa.

“Para conhecer as histórias sobre minha tataravó Margarida de Xangô e sobre minha bisavó Flaviana Bianc recorri aos estudos de um historiador francês. Então, nesses anos todos  dessa minha trajetória espiritual eu fiquei pensando por que eu mesma não poderia contar as histórias da minha comunidade”, afirma Mãe Valnizia.

De acordo com a yalorixá, um dos objetivos desse novo livro é enriquecer a memória coletiva da comunidade religiosa que lidera. “Eu quero que no futuro os netos e bisnetos dos meus filhos-de-santo saibam de onde vem a sua ancestralidade e tenham consciência do que estão fazendo no Terreiro do Cobre”, acrescenta Mãe Valnizia.

A iniciativa tem o apoio da Universidade do Estado da Bahia (Uneb) e a parceria da Secretaria de Promoção da Igualdade Racial (Sepromi); Fundação Pedro Calmon, da Secretaria de Cultura do Estado da Bahia; Secretaria Municipal da Reparação (Semur) e APLB.

Serviço:

O quê: Lançamento do livro Aprendo Ensinando: Experiência num Espaço Religioso, de autoria da yalorixá Mãe Valnizia de Ayrá

Quando: 12 de outubro às 18 horas

Onde: Praça de Oxum do Terreiro da Casa Branca (Avenida Vasco da Gama, 463, Federação)

fonte :SEPROMI

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A Secretaria de Promoção da Igualdade Racial (Sepromi) lançará os projetos: “Rede de Combate ao Racismo e à Intolerância Religiosa” e “Municipalizando a Política de Promoção da Igualdade Racial no Estado da Bahia”, no dia 08 de agosto de 2011, a partir das 9h, no Hotel Portobello, em Ondina.  

O evento, que contará com a participação da ministra-chefe da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Seppir), Luiza Bairros, tem como um de seus objetivos apresentar as ações de fortalecimento e a expansão das políticas afirmativas nos municípios da Bahia, através do projeto “Municipalizando a Política de Promoção da Igualdade Racial no Estado da Bahia”. 

 
A “Rede de Combate ao Racismo e à Intolerância Religiosa” visa trabalhar de maneira articulada com as esferas do poder público e da sociedade civil organizada, na orientação, acompanhamento e prevenção aos casos de racismo ou ódio religioso.  

 
Esses projetos convergem para a estratégia de atuação da Sepromi, que é planejar e executar políticas públicas de promoção da igualdade racial, para garantir o direito dos indivíduos e grupos étnicos atingidos pela discriminação e demais formas de intolerância.  

 
Na ocasião, participarão do evento os 33 municípios que fazem parte do Fórum Estadual de Gestores (as) Municipais de Promoção da Igualdade Racial, bem como, autoridades, instituições e representantes de movimentos sociais.  

 
ServiçoQuem: Secretaria de Promoção da Igualdade Racial (Sepromi)

 
O quê: Lançamento dos Projetos: “Rede de Combate ao Racismo e à Intolerância Religiosa” e “Municipalizando a Política de Promoção da Igualdade Racial no Estado da Bahia”

 
Quando: 08/08/2011

 
Local: Hotel Portobello 

 
Horário: 9h

 
End: Av. Oceânica, 2275, Ondina – Salvador 

Fonte: SEPROMI

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O terreiro Ilê Axé Jitolú, localizado no Curuzu, no tradicional bairro da Liberdade será reaberto  no próximo domingo dia 7 de agosto, após  permacer fechado  a quase
dois anos devido  a morte da ialorixá Mãe Hilda.

O início da cerimônia está prevista para iniciar   às 20h,  ocasião em que a nova ialorixá Hildelice Benta, filha de Mãe
Hilda, escolhida para sucedê-la,  tomará posse. A festa é aberta ao público e   Oxalá será o grande  homenageado visto que é o orixá de Mãe Hildelice.

Além de assumir o Terreiro, Mãe Hildelice  também  assumirá a  direção da Escola Mãe Hilda, que funciona na sede da Associação Cultural e Carnavalesca Ilê Aiyê e atende a comunidade local.

 

 

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Secretário Calendário

Com o objetivo de apresentar o projeto de criação de um calendário, um filme e um livro baseado na história da “Revolta dos Búzios”, o cineasta Antônio Olavo esteve na Secretaria de Promoção da Igualdade Racial (Sepromi), na última quinta-feira, dia 21 de julho, em reunião com o secretário Elias de Oliveira Sampaio.

Com mais de seis anos de pesquisa sobre o acontecimento histórico, que também ficou conhecido como “Revolta dos Alfaiates”, Olavo comentou que nesses 35 anos de profissão, suas obras sempre foram alicerçadas nas vivências do povo negro. “Meu trabalho sempre faz um recorte na história negra e popular. É fundamental você conhecer sua trajetória de luta por liberdade, independência e justiça”.

“Vale ressaltar o recente gesto grandioso da presidenta Dilma Rousseff que sancionou a Lei 12.391 determinando a inscrição no Livro dos Heróis Nacionais dos nomes desses quatro mártires da Revolta dos Búzios (João de Deus, Lucas Dantas, Manuel Faustino e Luís Gonzaga), que passaram então a integrar o Panteão dos Heróis Nacionais”, foi com essas palavras que diretor de cinema enalteceu o fato que ocorreu no início deste ano, no dia 4 de março de 2011.

A pesquisa aprofundada dos acontecimentos históricos relacionados à comunidade negra sempre nortearam o documentarista baiano que já dirigiu os seguintes filmes: Paixão e guerra no sertão de Canudos (1993), Quilombos da Bahia (2004) e Abdias do Nascimento memória negra (2008).

“O legado do trabalho de Olavo é incomensuravelmente representativo, pois é necessário que a sociedade civil tenha conhecimento da nossa história, contribuindo assim, para a construção de uma política de promoção da igualdade racial mais eficaz”, salientou Elias.

Fonte: Ascom Sepromi

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Depois de passar quatro meses em restauração, a Coroa de Xangô está de volta ao famoso Terreiro da Casa Branca, conhecido em yorubá como Ilê Axé Iyá Nassó Oká. A remontagem da peça começou sexta-feira (10) e termina amanhã, quarta-feira (15), nesse importante espaço sagrado de matriz africana, localizado no meio de uma encosta na Avenida Vasco da Gama, em Salvador.

Construída por Julieta Oliveira – Julieta de Oxum – em 1972, a obra artística e sagrada nunca tinha passado por uma grande intervenção e ficará pronta, no terreiro, sete dias antes da abertura do ciclo religioso da Casa Branca. De acordo com o diretor geral do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (IPAC), Frederico Mendonça, a coroa foi reformada após a Associação São Jorge do Engenho Velho – entidade responsável pelo terreiro – vencer o edital de Preservação, Dinamização e Difusão de Acervos desse órgão estadual que é vinculado à Secretaria de Cultura (SecultBA).

“Através dos editais, a sociedade civil tem possibilidade efetiva de participar das políticas públicas culturais”, diz Mendonça. Para a restauração da peça sagrada foram investidos cerca de R$ 27 mil. “De 2008 a 2010 já foram investidos mais de R$ 2 milhões em editais beneficiando dezenas de municípios baianos com 73 projetos”, completa o diretor do IPAC.

A Coroa de Xangô fica instalada no pilar do barracão ou casa principal do terreiro, e é onde acontecem as festas públicas. A coluna é considerada o centro simbólico e ritualístico desse espaço sagrado. Segundo o ogã da Casa Branca, Antônio Figueiredo, é aí onde está o axé que sinaliza a sacralidade do barracão. Na cosmologia nagô esse local central é a representação material da ligação entre duas dimensões, o Aiyê (Terra, mundo dos vivos) e o Orum (Céu, domínio das divindades). Já o ogã é um dos importantes cargos de um terreiro.

A coroa da Casa Branca é um ornamento feito em madeira e pedraria, confeccionada após a remoção de outra peça de opaca, mais antiga e cuja manufatura é atribuída ao africano e um dos fundadores da Casa Branca, Rodolfo Martins de Andrade, o renomado Tio Bamboxê. A sua recuperação foi realizada pelo restaurador e professor da Escola de Belas Artes da Universidade Federal da Bahia, Dirson Argolo.

Estudo prévio detectou problemas na peça como oxidação do verniz, fissuras e empeno, apodrecimento do forro, partes faltantes, deslocamento e perdas das folhas de compensado. Os restauradores trocaram 70% da madeira por cedro, reconstituíram as peças que faltavam, promoveram limpeza e imunização, reforçaram o verso de cada florão e a parte estrutural interna da coroa, fixada em barras de ferro.

MATRIZ BRASILEIRA – O Terreiro da Casa Branca foi fundado no século 19 por um grupo de sacerdotisas africanas nagôs e é considerado matriz no Brasil de centenas de outros terreiros. Em 1984, a casa foi tombada pelo Instituto do Patrimônio Artístico Nacional, como primeiro centro religioso não-católico a ser reconhecido como patrimônio nacional pelo Ministério da Cultura. A Casa possui 6,8 mil metros quadrados, onde constam barracão, praça, fonte e mais itens sagrados. O local foi contemplado ainda por outro edital do IPAC para recuperar a Casa de Oxossi, com investimento de R$ 19,9 mil.

Os Editais do IPAC são publicados sempre no site www.ipac.ba.gov.br. Mais informações pelo endereço eletrônico editais@ipac.ba.gov.br e telefones (71) 3117.6491 ou 3117.6492.

Fonte: http://www.cultura.ba.gov.br

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O Centro Histórico de Salvador vai sediar o primeiro Museu Nacional da Cultura Afro-Brasileira (Muncab) do país. Não poderia ser diferente, pois Salvador é conhecida como a capital negra do Brasil.

 

 Os dois edifícios da década 1920, que já foi sede do Tesouro e do antigo pronto-socorro municipal, está sendo restauradado para abrigar fatos históricos da cultura afro-brasileira.

O Ministério da Cultura está investindo com R$ 10 milhões para a construção da Muncab, sendo que a primeira parcela já foi liberada no valor R$ 3,8 milhões.

 

 

O futuro diretor, José Carlos Capinan, afirma que o valor não é suficiente, que é necessário o dobro para finalizar o projeto, mas que dá para retomar as obras e começar a adquirir o acervo do museu.
África pré-colonial, os fluxos migratórios, a escravidão e a abolição, os movimentos de resistência e as contribuições africanas à cultura brasileira serão os temas básicos do projeto museográfico, explica Capinan.

A partir de 2012, o museu vai sediar a Bienal da Diáspora Afro-Atlântica, abordando a cultura dos vários países que receberam influências da África.

 

 

Vamos aguardar e torcer para que o Muncab fique pronto o quanto antes.

E viva a cultura afro-brasileira!

 

 

http://www2.uol.com.br/historiaviva

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Corpo-Imagem dos Terreiros: Experiência ritual e Produção de Presença – O debate faz parte do projeto contemplado pelo Programa Pensamento e Cultura com participação de Marco Aurélio Luz, Ilê Asipá e professor da UFBA; dos fotógrafos Adenor Gondim, Aristides Alves, Bauer Sá; Marcelo Bernardo da Cunha, coordenador do Museu Afro, professor do CEAO/UFBA. Auditório Milton Santos (3283-5502). Quinta-feira, às 18h30.Dia 18 de novembro.

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Premiação com o objetivo de identificar, difundir, reconhecer e apoiar práticas pedagógicas e de gestão escolar preocupadas com a valorização da diversidade.

O prêmio “Educar para a Igualdade Racial”é uma parceria do Centro de Estudos das Relações de Trabalho e Diversidade/CEERT com o Grupo Santander Brasil e a Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial – SEPPIR.

A iniciativa tem em como principal objetivo identificar, difundir, reconhecer e apoiar práticas pedagógicas e de gestão escolar preocupadas com a valorização da diversidade. A idéia é premiar iniciativas que tomem a valorização da diversidade como conteúdo essencial para o pleno desenvolvimento dos alunos e como estratégia para erradicação do racismo e do preconceito existentes na sociedade brasileira.

A abrangência do prêmio é nacional, destinando-se a professoras e professores, bem como à gestão escolar, nas modalidades educação infantil, ensino fundamental (anos iniciais e anos finais) e ensino médio.

Com a intenção de estimular a institucionalização de práticas pedagógicas preocupadas com o tema da diversidade étnico-racial, o prêmio contempla também ações na área da gestão escolar. Desta forma, pretende incentivar a implementação das diretrizes curriculares nacionais para educação das relações étnico-raciais e o ensino de história e cultura afro-brasileira e africana.

Na Bahia, a divulgação do Prêmio está sendo feita pelo CEAFRO. O CEAFRO é um programa de Educação e Profissionalização para a Igualdade Racial e de Gênero, do Centro de Estudos Afro-Orientais (CEAO/UFBA) que há 15 anos vêm atuando na área de educação antiracismo.

Neste sentido, o CEAFRO tem o prazer de convidar todos/as os/as parceiros/as da Imprensa para participar do lançamento do prêmio, que acontecerá no dia 23 de março, das 09 às 12h, no Auditório Milton Santos CEAO/CEAFRO; e das 14 às 17h no CMEI Cid Passos, em Coutos. Nos dois momentos, o lançamento contará com a presença de professoras, gestoras, órgãos governamentais ligados às temáticas do prêmio e representantes da sociedade civil.

As inscrições para o prêmio estão abertas até o dia 7 maio de 2010 e poderão ser feitas pela internet (www.ceert.org.br) ou pelos correios

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MOSTRA DE FILMES AFRO-RELIGIOSOS

OMI DUDU PROMOVE MOSTRA DE FILMES AFRO-RELIGIOSOS COM ENTRADA FRANCA

 

 

                                                

 

O Núcleo Omi-Dudu reforça as atividades do Projeto ODARA DUDU: Educação, Cultura e Estética Negra, com a MOSTRA DE FILMES AFRO-RELIGIOSOS. A mostra faz parte da programação do Ponto de Cultura ODARA DUDUe a abertura será no dia 23/02/2010, às 9:00hs na Sala Luiz Orlando, no 3º andar da Biblioteca e se estenderá até o dia 26/02/10. As exibições ocorrerão, pela manhã, entre às 9:00hs e 11:50hs e pela tarde entre às14:00hs e 17:30hs, com entrada franca.

    A MOSTRA
   A Mostra de Filmes Afro-religiosos tem por objetivo ser um espaço de reflexão e visibilidade de produções audiovisuais nos quais as temáticas centrais sejam a religiosidade afro-brasileira. Propõe registrar a mobilização cinematográfica da religiosidade afro-brasileira no território nacional, a partir da cidade do Salvador/Bahia, trazendo e usando como recorte a experiência e sabedoria das grandes Sacerdotisas e Sacerdotes do Candomblé.

         

   PROGRAMAÇÃO

DIA 23/02, TERÇA-FEIRA MANHÃ E TARDE
DAS 09:00H AS 11:30 E DAS 14:00H AS 17:30

Atlântico Negro na Rota dos Orixás
Direção: Renato Barbieri
Duração: 54 minutos

Atabaque Nzinga
Direção: Octavio Bezerra
Duração: 83 Minutos

Mojuba
Direção: Antonio Pompeo
Duração: 26 minutos

 

DIA 24/02, QUARTA-FEIRA MANHÃ E TARDE
DAS 09:00H AS 11:30 E DAS 14:00H AS 17:30

 

Orixás da Bahia
Direção: Lazaro Faria
Duração: 40 minutos

Gaiaku Luiza-Voduns
(Força e Magia dos Ventos)
Partes 1, 2, 3, 4
Direção: Soraya Mesquita
Duração Total: 54 minutos
Realização TVE-Bahia

Candomblé de Angola
1ª Parte- Feitura de Santo
Direção Geral: Luiz Sarmento
2ª Parte- Negros Reinventam?
Direção: Luca Pacheco
Duração: 26 Minutos


DIA 25/02, QUINTA-FEIRA MANHÃ E TARDE
DAS 09:00H AS 11:30 E DAS 14:00H AS 17:30

Cidade das Mulheres
Direção: Lazaro Faria
Duração: 112 minutos

Caboclo De Um Brasil Caboclo

Direção: Raphael Durão
Duração: 20 minutos
Ano: 2006

Herança Africana
By Darci Ribeiro
Duração: 40 minutos

DIA 26/02, SEXTA-FEIRA MANHÃ E TARDE
DAS 09:00H AS 11:30 E DAS 14:00H AS 17:30

Espelho, Espelho Meu!!
Direção: Jaqueline Barreto
Duração: 16 Minutos

Povo de Santo
Direção: Wilson Militao e Manuel Passos Pereira
Duração: 54 Minutos

Ori
Direção: Raquel Gerber
Duração: 100 Minutos
 

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O Malê de Balê não desfilará na terça-feira de Carnaval. O diretor Josélio Araújo diz que todos os anos os associados odeiam sair de madrugada, quando ninguém está na avenida. “Queremos espaço digno”, pontua.

Com o tema “O ouro negro é nosso”, o bloco iniciou uma promoção e quem mora em Itapuã paga apenas R$ 30, desde que comprove com alguma conta que tenha o nome e o endereço do folião.

Aos demais, a fantasia custa R$ 150. O Malê desfila na avenida, às 21h30 no sábado e segunda,  e no domingo, em Itapuã, às 17h30.

Fonte: Jornal A Tarde

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Cantada em verso e prosa por grandes nomes do cancioneiro popular, retratadas  por  pintores, fotógrafos e escritores, a baiana do acarajé é a  figura mais tradicional da Bahia.

 

Simboliza e mantem viva a tradição de vender em seu tabuleiro os quitutes que possibilitaram no início de nossa história  garantir a  liberdade e a sua  subsitência.  Na maioiria das vezes,  todo o  ganho do dia era repassado para seus senhores, pois este ato simbolizava a compra de sua liberdade.

 

A baiana do acarajé simboliza a força da mulher guerreira que tem em suas mãos o poder de mudar seu destino, transformar sua realidade e ocupar um espaço na sociedade que lhes foi negado desde o início de nossa história.

 

O dia de hoje, 25 de novembro é dedicado a todas as mulheres guerreiras que começam o dia  ainda de madrugada com a árdua tarefa de  preparar o alimento que no final da tarde será apreciado por todos.

 

Um logo processo   é estabelecido entre o preparo e o degustar deste quitute. O acarajé é uma comida de tradição africana, que lá é  chamado de àkàrà, cujo significado é bola de fogo.

 

 A base do acarajé é  o feijão fradinho, que após ser moído,  tornando-se uma massa  bem fina e concosistente a qual é  acrescentada a cebola ralada e o sal, a massa  precisa ser batida pacientemente,  até que  obtenha um aspecto bastante cremoso.

 

Após esta epopéia começa outra igualmente dfícil, transportar seu tabuleiro, fogareiro e demais utensílios necessários. Sobem e descem  ladeiras, empurrando carinhos, enfrentando o sol e a chuva para mais um dia de trabalho.

Tabuleiro devidamente montado  inicia-se o ato final,  fritar o bolinho em um tacho de azeite de dendê.  A  primeira leva  do acarjé após ser frito é  oferecido a Exu, o guardião de todos os caminhos,  e aos demais orixás.

 

Este ritual é seguido religiosamente pelas verdadeiras baianas do acarajé,  que no início da tarde montam seus tabuleiros, para  alimentar e satisfazer o  paladar e o espírito  com este alimento sagrado.

 

 

 

 

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Netinho de Paula, foi  o terceiro vereador mais votado da cidade de São Paulo, com 84.406 votos. 

Netinho se destacou no cenário nacional como integrante do grupo Negritude Jr. em 1986. Além de sua atuação como cantor, se dedicou a outras atividades ligadas ao cenário cultural.

 

 Como apresentador, comandou na rede Record o Progama Domingo da Gente, onde criou  um quadro chamado dia de Princesa, onde valorizava a beleza e propiciava que o sonho de meninas da periferia  se tornasse realidade, inserindo-as em um universo totalmente diferente do habital, incentivando e demonstrando que é possível transformar sonhos em realidade.

 

Empresário de successo e comprometido com questões sociais e também no que diz respeito a valorização e promoção da cultura negra,  Netinho  criou o  Instituto Casa  da Gente, que atende aproximadamente 1200 crianças  e adolescentes de uma das regiões mais carentes da cidade de São Paulo em Carapicuíba. 

 

Também desenvolve produtos e serviços voltados para a população negra, que representa grande parte da população brasileira e  que, no entanto , ainda se encontra distante do mercado de consumo de bens de serviços e  produtos.

 

Desejamos que nesta nova etapa de sua vida, como representante da população negra, na câmara de vereadores de São Paulo em 2009,  possa trabalhar na construção de politicas públicas que possibilite uma inserção cada dia maior da população negra.

Axé!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

                        

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V Colóquio Internacional Trabalho Forçado Africano
Brasil, 120 anos da abolição

Em 2008, a abolição da escravatura no Brasil completa 120 anos. Como se sabe, o Brasil foi o último país nas Américas a extinguir a escravidão, evidenciando a importância desta instituição nas ex-colônias portuguesas. Com o objetivo de fomentar e consolidar as redes de investigação neste campo, garantindo formas de difusão do conhecimento já produzido a esse respeito, a Secretaria de Cultura, através da Fundação Pedro Calmon, em parceria com o Centro de Estudos Africanos da Universidade do Porto (CEAUP), com o Programa de Pós-Graduação em História da UFBA, o Programa de Pós-Graduação em História da UEFS e a Pró Reitoria de Extensão da UNEB realizarão no período de 3 a 5 de novembro de 2008, a primeira edição no país do Colóquio Trabalho Forçado Africano.

O Colóquio Trabalho Forçado Africano que o Centro de Estudos Africanos da Universidade do Porto (CEAUP) vem organizando desde 2004, visa a promoção do diálogo entre pesquisadores e a divulgação para o público em geral das modalidades do trabalho forçado africano, desde o século XVI até a atualidade.

Com um foco comparativo, o Colóquio pretende evidenciar como e porque o trabalho forçado africano – sob qualquer uma das muitas modalidades que revestiu – foi estruturante da maioria das sociedades da América e da África. Por isso, considera-se que as pesquisas concernentes a todas as áreas geográficas nas quais esta relação social se desenvolveu, da América do Norte ao Transvaal são pertinentes a este Colóquio.

O tráfico de escravos em larga escala marcou profundamente a história do continente africano e das ex-colônias portuguesas. Por conta desse tráfico, grandes contigentes populacionais foram lançados numa aventura involuntária para a Europa, o Caribe e as Américas. O tráfico, a escravização de africanos e o trabalho forçado no pós-emancipação constituíram fases de um processo com muitas continuidades.

Considerando que em quase toda a África ocidental e central o tráfico atlântico durou até a década de 1860, que sociedades escravagistas se desenvolveram no interior das áreas afetadas pelo tráfico e que pouco tempo depois se instalaram nessas regiões os novos poderes coloniais, pode-se falar de um trabalho forçado africano ininterrupto. É sabido que durante o século XX, as administrações européias adotaram nos seus territórios africanos uma extraordinária tolerância com a manutenção do trabalho compelido.

É razoável prever que um número elevado de investigadores brasileiros sobre o tráfico atlântico e as formas de trabalho forçado durante e depois da escravidão possam partilhar os resultados das suas pesquisas com colegas europeus e africanos no V Colóquio Internacional Trabalho Forçado Africano. É também possível antecipar que, da perspectiva comparada, deverão igualmente esperar-se novas pistas de pesquisa, a explorar as temáticas do colóquio.

A realização do V Colóquio Internacional Trabalho Forçado Africano – Brasil, 120 anos de abolição também possibilitará que se reúna, pela primeira vez, a rede EURESCL, acrónimo de um projecto euro-afro-americano para o estudo do trabalho forçado africano, que engloba o CNRS francês bem como as universidade de Hull, Porto (CEAUP), Dakar e Toronto. Assim como nos anos anteriores, o Colóquio ainda resultará numa publicação com textos nessa área do conhecimento.

 Fonte : funceb

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 Em 29 de setembro de 1908,  a literatura universal, perdia um  dos seus  mais brihates representantes, Joaquim Maria Machado de Assis. Desde a  mais tenra idade foi um obstinado na busca pelo conhecimento.

O menino  pobre, gago,epilético, e de ascendência negra  deixou sua marca registrada  como um dos maiores representates da literatura em língua portuguesa .  Sua condição social como o da maioria dos negros, em um Brasil escravista, não permitiu que ele tivesse acesso a uma educação convencional ou frequentasse  os melhores colégios. O que não o impediu de ser um dos principais fundadores da Academia Brasileira de Letras.

Autodidata desde as primeiras letras,  Machado de Assis,  dominava o latim, o francês e mais tarde  o inglês,  um luxo reservado a uma pequena parcela da sociedade brasileira. 

Ainda muito jovem dedicou-se  a trabalhos cuja remuneração era   pequena ou nenhuma porém, foi a forma encontrada de estar próximo ao universo da literatura do teatro  e das artes de uma forma geral. 

 Dominou grande parte dos gêneros literários, porém  o realismo e o ficcionismo marcou  a melhor fase de sua obra.  Ao lançar Memórias Póstumas de Brás Cubas,  criou a fase realista  no Brasil . 

Por sua erudição, pela forma inovadora com uma  visão crítica e de  caráter universal, Machado de Assis,  destaca-se hoje  como um dos maiores  nomes da literatura universal.

 

 

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O novo videoclipe de Carlinhos Brown será lançado na próxima segunda, 8, no programa MTV Lab, da MTV Brasil.

Garoa, um xote que fala da chuva como elemento capaz de igualar os homens, faz parte do mais recente CD do cantor, A Gente Ainda Não Sonhou. Foi a primeira faixa do álbum a ganhar um videoclipe.

Dirigido por Gualter Pupo, o filme foi totalmente gravado em Salvador, com locações no Museu du Ritmo, casa de espetáculos do cantor, localizada no bairro do Comércio.

A música deve ganhar ainda uma versão remixada para o verão, segundo a assessoria do cantor e compositor baiano. 

Fonte : A Tarde

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Os angolanos vão às urnas hoje para escolher membros da Assembléia Nacional na segunda eleição de sua história moderna. O último pleito, disputado em 1992, acabou trazendo de volta a guerra civil de 27 anos que atingiu o país desde sua independência de Portugal. O conflito só terminou depois da morte do ex-líder da União para a Independência Total de Angola (Unita), Jonas Savimbi, em 2002.

Dez partidos – entre eles a Unita (oposição) e o Movimento para a Libertação de Angola (MPLA, situação) – e quatro coligações disputam os votos de 8,3 milhões de eleitores registrados. No pleito de 1992, o MPLA garantiu 129 cadeiras no Parlamento. A Unita ficou com 70. Os demais 21 assentos ficaram com partidos menores.

A expectativa é de que o MPLA mantenha sua maioria no legislativo, mas também que a Unita obtenha boa votação, especialmente entre a população do subúrbio de Luanda. A cidade teve um crescimento desordenado durante a guerra, recebendo refugiados das zonas rurais, que vivem em condições precárias, sem eletricidade e água encanada.

Os resultados desta eleição devem ser divulgados em, no máximo, 15 dias. O pleito está sendo encarado como um “ensaio” para as eleições presidenciais, previstas para 2009.

Fonte: Agência Estado.

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A participação do sociólogo Severino Elias Ngoenha no  curso  promovido pelo –CEAO– Centro de Estudos  Afro Orientais da UFBA, foi de extrema importância, para todos aqueles que desejam  estudar as características da África negra contemporânea.

O que nós, brasileiros sabemos sobre estes países no momento atual? Como vivem o que pensam  estes povos que  orgulhosamente nos vagloriamos de sermos irmãos ? Não conhecemos nem aqueles que falam o português, imaginem aqueles cuja colonização foi feita por franceses e ingleses!

 Como pensamos  reunir sob uma mesma regra gramatical culturas vivas que desconhecemos? Mais uma vez ocorrerá a imposição dos mais fortes sobre os  desvalido economicamente e tecnologicamente falando?

As raízes culturais  que preservamos,  são imagens  estáticas, não acompanhamos o doloroso  processo de luta que a maioria dos paises africanos tiveram que enfrentar,  para conseguirem a independência e muitos ainda estão iniciando este  frágil e delicado caminho. Nada conhecemos salvo raras excessões.

 Em  uma  breve  viagem realizada a dois paises africanos no ano de 2000, durante as “comemorações” dos nossos  500 anos de descobrimento, tive a certeza de  que precisaríamos descobrir as  Áfricas e sua evolução. 

As imagens que tinha em minha mente, foram se desfazendo como os castelos de areia  que  construímos quando crianças. Pois, o que vi, foi um povo  lutando para resgatar sua identidade através da organização e sistematização de seu  patrimônio documental, da presevação, do restauro e da reconstrução de  seu patrimônio arquitetônico  além da construção de novas formas  e linguagens  contemporâneas.

Temos que nos esforçar e cobrar  para que os tratados diplomáticos entre o  Brasil e os países africanos, não sejam meramente comerciais, precisamos  restabelecer laços históricos sim , mas contruir uma história atual  e sair do plano imaginário.

A seguir, deixo uma matéria publicada hoje no jornal A Tarde, periódico que circula na capital baiana.


A Tarde Aqui no Brasil nós costumamos ter idéias estereotipadas sobre a África. Qual é então o Moçambique real? 



Severino Ngoenha – Moçambique hoje, segundo as grandes definições do FMI e do Banco Mundial é um país que democraticamente tem se saído melhor diante de anos de dificuldades, de conflitos, de guerras. Não falamos nem tanto de guerra civil, mas de um conflito ideológico que se desenrolava entre dois blocos. 


A Tarde | Como Moçambique saiu deste período difícil?



SV Hoje existe paz em Moçambique, existe uma democracia que funciona, existe uma economia que foi se liberalizando com todos os problemas do liberalismo que criam desproporções entre uma pequena massa rica e uma maioria pobre. Digamos assim que Moçambique é um país que avança com muitas dificuldades. É um país extremamente pobre com dificuldades decorrentes da sua estrutura econômica, mas é um país que tenta avançar. A democracia está lá e há informação livre.



A Tarde | Aqui no Brasil existem os problemas ligados às desigualdades que têm também um fundo racial, embora a discussão sobre racismo ainda gere muita polêmica. Qual é a situação atual de Moçambique em relação a esta questão ?

A Tarde | Como Moçambique saiu deste período difícil?



SV Hoje existe paz em Moçambique, existe uma democracia que funciona, existe uma economia que foi se liberalizando com todos os problemas do liberalismo que criam desproporções entre uma pequena massa rica e uma maioria pobre. Digamos assim que Moçambique é um país que avança com muitas dificuldades. É um país extremamente pobre com dificuldades decorrentes da sua estrutura econômica, mas é um país que tenta avançar. A democracia está lá e há informação livre.



A Tarde | Aqui no Brasil existem os problemas ligados às desigualdades que têm também um fundo racial, embora a discussão sobre racismo ainda gere muita polêmica. Qual é a situação atual de Moçambique em relação a esta questão ?



SNO Brasil tem uma percentagem de negros que quase chega à metade da sua população. Lá nós temos 99% de população negra. Temos alguns não negros que são brancos, mestiços, outros de origem indiana. O problema do racismo também está posto nos nossos países porque, infelizmente, o colonialismo português dividiu as comunidades para poder reinar sobre elas. Mas não há as mesmas proporções do Brasil porque os números são diferentes. Mas o que me preocupa é o discurso do racismo que está de volta depois de ter desaparecido durante muitos anos. É um racismo que está influenciado pelas práticas da África do Sul, mas sobretudo o discurso de etnicidade, de pertenças étnicas que é perigoso, porque vimos o que ele provocou no Biafra nos anos 60, em Ruanda. Penso que em Moçambique não se vai chegar a rupturas em termos de conflito e de guerra mas é preciso não ter petróleo no fogo para que amanhã a gente não tenha que se arrepender de conflitos e guerras.



Quando o Sr. fala em etnicidade se refere a quais grupos?



SNMoçambique é um país com muitas etnias que falam línguas e têm culturas completamente diferentes. A etnicidade seria a luta por hegemonia de determinados grupos étnicos. As etnias não são um problema, porque uma mãe não ensina o filho a ser inimigo de alguém porque é de outra etnia. O problema são os políticos que muitas vezes para poder encontrar espaço manipulam as pertenças étnicas e isso acaba criando os conflitos que ocorreram em muitos países africanos e mesmo na Europa.



Qual é a idéia que os moçambicanos têm da Bahia?

Aqui nós temos muito presente o discurso de proximidade com a África negra.

SN Eu penso que os intelectuais de lá têm uma idéia da Bahia, mas o Brasil que 99% dos moçambicanos conhecem é o vinculado pela mídia dominante, principalmente o que é mostrado pelas telenovelas. Não há um moçambicano que não saiba cantar as canções de Roberto Carlos como também não há nenhum moçambicano que não tenha visto a novela “A Escrava Isaura”. Daí que as relações raciais no Brasil são vistas de forma muito caricata. O negro está na cozinha a trabalhar, a limpar o chão e do outro lado está o mundo da burguesia branca. Infelizmente, o consumo cultural que temos do Brasil não vende a Bahia e suas preocupações culturais ou a luta contra a segregação e em busca de uma maior integração social.



O que o Sr. acha do acordo lingüístico firmado entre o Brasil e os outros países de língua portuguesa como Moçambique? 

 

SN Nós em Moçambique temos um apreço particular sobretudo pelo falar brasileiro. Somos favoráveis de fato à abertura do acordo que permita uma colaboração mais técnica. Nós estamos interessados também no fato de que o custo do livro do Brasil é muito mais barato que o custo do livro de Portugal. Assim nós poderemos ter mais cooperação na troca de informações, de material didático escolar. Isto é positivo. Agora o grande perigo deste tipo de medida, quando há países fracos e países fortes, é que os acordos se façam entre Portugal e Brasil e os países africanos tenham simplesmente que aderir aos acordos feitos pela parte de cima. O grande risco disso é vermos um imperialismo de retorno que é fundamentalmente português, mas que o Brasil de uma maneira indireta pode participar por ser o país luso falante mais importante em termos de número e mesmo quando falamos em termos de produção literária.



O governo brasileiro, principalmente nos últimos anos tem se esforçado para se aproximar mais da África negra. Em relação a Moçambique, como tem se dado a aproximação? 



SN Eu sei pouco sobre isso, pois neste momento vivo mais na Suíça do que em Maputo. Sei que existe um Centro Cultural Brasileiro em Maputo que tem feito um enorme trabalho para aproximar os dois países. Há investimento para a cooperação econômica. Agora há um grande perigo nisso tudo que é o de em vez de ser uma cooperação que beneficie o crescimento de um país sirva para sufocá-lo. Em Moçambique o frango brasileiro acaba matando a produção do frango local. Enquanto o frango moçambicano é fresco, o frango brasileiro é congelado. Neste sentido existe uma cooperação que não permite o crescimento de economia local. Os acordos entre Estados são ótimos mas é preciso ter uma vigilância real destes Estados para que eles não produzam novas formas de poder coloniais.



O Sr. veio falar sobre as cidadanias africanas.O que destacaria em relação a este tema?



SNO que eu quero dizer é que a história das cidadanias africanas é diferente. Nós, os africanos de uma maneira geral, lutamos para sermos cidadãoscontra a escravatura, que só acabou no fim do século XIX. Depois nós lutamos para dizer que já não éramos escravos, mas completamente cidadãos. Temos que ter todos os benefícios que a cidadania nos dá. Essa luta continuou nos EUA com Martin Luther King, Malcom X, continua com Angela Davis e hoje é a luta também no Brasil. Por isso as ações afirmativas. A guerra para sermos cidadãos completos continua ainda hoje. Nós africanos lutamos para sermos independentes, para termos cidadania africana a partir dos anos 40 e hoje somos todos independentes. É um fato. Mas sermos independente não se esgota em ter bandeira e passaporte. É preciso termos condições sociais e econômicas para sermos responsáveis por nossas próprias vidas. Essa é a batalha comum em todos os países africanos mas de certa maneira é também a batalha comum entre os africanos e os afrodescendentes que se encontram em situação de marginalização em relação aos espaços cidadãos que nos pertencem.



O Sr. tem formação em teologia. Qual é a situação religiosa de Moçambique?



SNAs igrejas depois de uma situação difícil, numa época marxista, têm um espaço de participação muito grande. Elas mobilizam-se e não é só a Igreja Católica, mas as igrejas protestantes. O Islã participa de um pacto social sobretudo no aspecto de moralização da sociedade. Por ter acontecido muitas rupturas ligadas ao fim do colonialismo, do marxismo, conhecemos hoje uma dimensão moral extremamente difícil. Temos uma pequena incidência de um capitalismo que faz com que o pouco dinheiro que nós temos seja concentrado nas mãos de um pequeno número de pessoas. E,quando há uma desigualdade muito grande, como acontece na Bahia, há também violência. A violência começa com pequenos roubos e acabam em violências bem mais manifestas. Então as igrejas têm desempenhado um papel importante na remoralização da sociedade.



E os cultos ancestrais são muito fortes?



SNNa região sul do Moçambique, o cristianismo praticado foi de natureza quase a tirar tudo aquilo que eram os cultos locais, mas eles não desapareceram completamente. O sincretismo que existe aqui na Bahia entre o catolicismo e o candomblé para nós se manifesta de uma maneira diferente. Quem é cristão no domingo durante a semana pratica outras formas de cultos ancestrais, mas dificilmente as duas ao mesmo tempo. São pessoas que se dividem em dois espaços, mas não conseguem aglutinar os dois movimentos ao mesmo tempo.

 

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Foto: Salete Maso

O Ilê Aiyê, recomeça a temporada de  ensaios, trazendo música e reafirmando a valorização da cultura negra.

Para todos que já  estavam sentindo falta da música e do som  dos tambores do Ilê Aiyê, dia 13 de setembro,  estão de volta os ensaios na  Senzala do Barro Preto no  Curuzu,  Liberdade em Salvador.

O espaço destinado aos shows, recebeu tratamento acústico, para proporcionar ainda mais qualidade as apresentações do Ilê e de seus convidados.

Na reabertura da temporada de ensaios de 2008 o cantor e compositor Guiguio, com sua voz inconfundível acompanhado pela Band’Aiyê, fará o show de estréia juntamento com cantor  Beto Jamaica e convidados.

O tema do carnaval  do Ilê Aiyê em 2009 será, Esmeralda A Pérola Negra do Ecuador, uma homenagem a comunidade negra  situada na costa oeste do Equador.

A história da cidade tem início com o naufrágio de um  navio espanhol que transportava  escravos e que  afundou no ano de 1533.

Escaparam do naufrágio 17 homens e 6 mulheres que adentraram a selva, e se fixaram na região em que hoje  situa-se a cidade de Esmeralda. Outros escravos fugidos da Nicaragua,  uniram-se a eles.

Por quase dois séculos, mantiveram-se isolados do resto do Equador, preservando suas tradições e sua cultura. Esta história  será contada e cantada pelo mais belo dos belos que a 35 anos,  luta pela preservação  da cultura  do povo negro.

 

Para aqueles que desejam maiores informações, sobre os ensaios do Ilê aiyê,  acessem o site:  www.ileaiye.org.br/ ileaiye@ileaiye.org.br /tel 55-71-2103-3400/55-71-3256-8800 

 

 

 

 

 

 

 

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Espetáculo: Magia Negra

Foto: Octávio Remédios

 

 

Acontece até o dia 4 de setembro o Módulo de Circulação do Festival de Teatro Lusófono, promovido pela Fundação Cultural do Estado da Bahia (FUNCEB). No espaço Xisto Bahia, serão apresentados três espetáculos e duas oficinas de teatro e dança africanas, trazidas a Salvador.

Nesta segunda-feira dia 1, no espaço Xisto Bahia, às 10h acontecerá a abertura do evento quando acontece um bate-papo com os grupos Teatro Fórum de Moura (Moçambique e Portugal) e Companhia Teatro de Pesquisa Serpente (Angola), aberto a artistas e estudantes. 

 

Espetáculo: O esqueleto
Foto: Mariana Lança

 

As peças Magia Negra e O esqueleto do Cozinheiro Akli, do Teatro Fórum de Moura (Moçambique), e Nojo, do Grupo Teatro Pesquisa- Serpente (Angola) serão apresentadas no mesmo espaço.

 

Espetáculo: Nojo
Foto: António Custódio Cali

 

Com o intúito de criar um intercâmbio contínuo da produção teatral de língua portuguesa, além das apresentações, a ação viabiliza oficinas teatrais gratuitas ministradas pelos artistas africanos, voltadas para atores profissionais e estudantes de artes cênicas.

Prestigie este evento.

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Uma das mais prestigiadas chefs de cozinha baiana, conhecida por todos como  Dadá, foi convidada  pelo  Conselho Norueguês da Pesca, para ensinar chefs jamaicanos a preparar receitas com o Bacalhau da Noruega utilizando  temperos brasileiros.

 Dadá  viaja  esta semana  para ministrar  o curso, Culinary Adventure, que será realizado na Jamaica entre os dia 01 e 03 de setembro.

Na ocasião os jamaicanos terão a oportunidade de conhecer também o livro  Bacalhau da Noruega faz a festa com segredos da Dadá, em  versão Inglês, lançado no Restaurante Sorriso da Dadá, no Pelourinho.

 

O livro, além de destacar  os temperos, cores e aromas das criações culinárias de  Dadá, traz também momentos de sua vida e de suas lembranças desde sua infância. Recorda alguns momentos importantes de sua vida e  sua formação baseada na companhia de sua mãe, Dona Júlia, além dos ensinamentos aprendidos na trajetória de menina pobre, do interior da Bahia. 

 

 Fonte: www.ibahia.com

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