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Posts Tagged ‘cultura afro-brasileira’

“Eu gostaria que as meninas negras se valorizassem como elas são. Foi aqui que aprendi a valorizar minha estética, minha beleza. Não existem padrões, mas sim a beleza de cada um. Com a autoestima elevada, você pode chegar a qualquer lugar”. Esse foi o discurso de Lucimar Souza, eleita a Deusa do Ébano, que aconteceu no último sábado, 12 de Fevreiro, na Senzala do Barro Preto, Curuzu.

Mila Cordeiro

A ansiedade era notável nos lindos e ansiosos sorrisos das concorrentes. “A emoção é bastante, a adrenalina está lá em cima!”, contou a gerente de loja Idalice Maria, de 34 anos, que participou quatro vezes do concurso e em três foi finalista. “É a hora da verdade. É um sonho e eu tô muito confiante!”, disse Taís Santana, estudante de 18 anos, a mais nova de todas.

A estudante e dançarina Lucimar Cerqueira Souza, 24 anos, moradora da Fazenda Grande do Retiro, concorreu com mais 12 mulheres, escolhidas entre as 40 candidatas, na 32ª edição do trófeu de Beleza Negra, e ganhou um prêmio no valor de R$ 3 mil, mais uma bolsa de estudos em um curso profissionalizante e o mais importante, ser a Rainha do Bloco Ilê Aiyê.

Alberto Lima

As 13 candidatas se apresentaram com roupas inspirada nos orixás, comos deusas negras, com coreografias que encantavam a todos presentes, principalmente a gaúcha Luiza Bairros, ministra da Igualdade Racial, que falou da importância do evento: “A Noite da Beleza Negra é uma iniciativa fundamental para redefinir o conceito que a pessoa negra tem de si própria”. E já sabe como escolher a rainha, ministra? “Nunca fui jurada! Será um dos trabalhos mais difíceis que já fiz na vida, mais que ser ministra”, brincou a ministra.

Após a apresentação das candidatas, o público presente pode curtir os shows de Margareth Menezes, Clécia de Queiroz e a Band’Aiyê.

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Chegou ao mercado o primeiro livro que contempla integralmente a Lei 11.645, em vigor desde março de 2008, que obriga a inclusão de História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena como disciplina no currículo oficial das redes pública e particular de ensino. Trata-se de dois livros em um só volume: Sociedade em Construção – História e Cultura Afro-Brasileira – O negro na formação da Sociedade Brasileira e Sociedade em Construção – História e Cultura Indígena Brasileira – O índio na formação da Sociedade Brasileira, ambos de autoria do jornalista e sociólogo J. A. Tiradentes, em parceria com a mestre em Educação pela USP, Denise Rampazzo da Silva.A nova disciplina deverá ser ministrada em especial nas áreas de Educação Artística, Literatura e História, no ensino fundamental e médio, como foi estabelecido. “Nós escrevemos com a lei à nossa frente e sob consulta o tempo todo”, disse Tiradentes. 

 

fonte; http://www.palmares.gov.br/sites/000/2/Mailings/2/44/Mailing44.htm

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