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Posts Tagged ‘cultura negra’

Jardim das Folhas Sagradas, filme do cineasta Pola Ribeiro, trabalha a questão da Cultura Negra, com um olhar atento, com respeito as tradições africanas  trançando uma téia de relações entre o indivíduo e seus conflitos, as  relação com o meio social, enfim uma cultura viva que precisa ser compreendida e respeitada.

É sempre saudável que abordagens profundas sejam  mostradas. Esperamos sucesso a toda a equipe e que este filme seja semeado pelo vento e frutifique em campos férteis transformando-se em frutos de sabedoria, conhecimento e união entre todas as culturas humanas.

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O Centro Histórico de Salvador vai sediar o primeiro Museu Nacional da Cultura Afro-Brasileira (Muncab) do país. Não poderia ser diferente, pois Salvador é conhecida como a capital negra do Brasil.

 

 Os dois edifícios da década 1920, que já foi sede do Tesouro e do antigo pronto-socorro municipal, está sendo restauradado para abrigar fatos históricos da cultura afro-brasileira.

O Ministério da Cultura está investindo com R$ 10 milhões para a construção da Muncab, sendo que a primeira parcela já foi liberada no valor R$ 3,8 milhões.

 

 

O futuro diretor, José Carlos Capinan, afirma que o valor não é suficiente, que é necessário o dobro para finalizar o projeto, mas que dá para retomar as obras e começar a adquirir o acervo do museu.
África pré-colonial, os fluxos migratórios, a escravidão e a abolição, os movimentos de resistência e as contribuições africanas à cultura brasileira serão os temas básicos do projeto museográfico, explica Capinan.

A partir de 2012, o museu vai sediar a Bienal da Diáspora Afro-Atlântica, abordando a cultura dos vários países que receberam influências da África.

 

 

Vamos aguardar e torcer para que o Muncab fique pronto o quanto antes.

E viva a cultura afro-brasileira!

 

 

http://www2.uol.com.br/historiaviva

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O ministro da Cultura e o presidente da Palmares participam da celebração

Foram realizadas de 30 de julho a 1º de agosto últimos as atividades comemorativas do centenário de um dos mais tradicionais templos de religião de matriz africana no Brasil: o terreiro Ilê Axé Opô Afonjá. Comandado pela Yalorixá Stella de Oxóssi, a Mãe Stella, o santuário de candomblé, localizado no bairro de São Gonçalo, em Salvador (BA), é um dos seis terreiros instalados no País tombados pelo Ministério da Cultura.

Pioneiro na luta pela preservação de valores e identidades das religiões afro-brasileiras, o Ilê Axé Opô Afonjá comemora seus 100 anos de existência tendo no horizonte o sentido de preservação de um dos mais importantes terreiros da nação ketu do Brasil, bem como de respeito e tolerância pelas práticas religiosas de origem africana.

MINISTRO DA CULTURA – A abertura do ciclo de atividades ocorreu  às 19 horas do dia 30 de julho último, quando o presidente da Fundação Cultural Palmares (FCP), Zulu Araújo, estará representando o ministro da Cultura, Juca Ferreira, que, em virtude da agenda, só poderá participar das comemorações no domingo.

Da programação, consta a inauguração do busto de Mãe Aninha, fundadora e primeira Yalorixá do terreiro,  liderado, ao longo desses 100 anos, por quatro Yalorixás, além de Mãe Stella: Mãe Aninha, Mãe Bada, Mãe Senhora e Mãe Ondina. Integram ainda o rol de atividades, performances de dança, exibição de documentário, palestras e lançamento de publicações, de selo personalizado e carimbo comemorativo, pela Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (EBCT).

100 anos do Candomblé de São Gonçalo: E daí, nasceu o encanto!, título do evento, tem apoio do Ministério da Cultura e é realizado pela Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Seppir). Foi idealizado pela Sociedade Cruz Santa do Axé Opô Afonjá, e contou com o apoio da Fundação Cultural Palmares.

Foto Mario Cravo Neto/divulgação

Yalorixá Stella de Oxossi

Mãe Stella

Mãe Stella foi a primeira Yalorixá a publicar livros sobre o Candomblé no Brasil, dentre eles, E daí aconteceu o encanto (de 1988, em co-autoria com sua filha, Cléo Martins) eMeu tempo é agora (de 1993). Em 1999, recebeu a insígnia da Ordem do Mérito Cultural, um reconhecimento do Governo Federal a personalidades, grupos artísticos, iniciativas e instituições que se destacaram pelas contribuições à cultura brasileira.

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III BAHIA AFRO FILM FESTIVAL

O III BAHIA AFRO FILM FESTIVAL será realizado de 13 a 23 de maio de 2010, na cidade de Cachoeira – Bahia, com o objetivo de fortalecer o desenvolvimento da formação, produção e difusão do audiovisual brasileiro, otimizando a vocação de Cachoeira, São Félix e demais municípios do Território de Identidade do Recôncavo como potencial pólo cinematográfico e do turismo étnico.

Dia 14, 20h – Abertura Oficial do III Bahia Afro Filme Festival

Com homenagem póstuma ao maestro abolicionista Tranquilino Bastos. Homenagens ao artista Mateus Aleluia, ao cineasta Arnold Conceição, ao Ministro da Cultura – Juca Ferreira.

Local: auditório do Centro de Artes, Humanidades e Letras da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia.

Mesa com representações institucionais:

• Ministro da Cultura – Juca Ferreira. • Coordenador Nacional do Programa Monumenta – Luiz Fernando. • Reitor da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia/UFRB – Paulo Gabriel Nacif. • Assessor da Presidência da Petrobrás – Rosemberg Pinto. • Coordenador de Comunicação da Petrobrás Nordeste – Darcle Andrade. • Secretário Estadual de Cultura – Márcio Meireles. • Secretário Estadual de Turismo – Antônio Carlos Tramm. • Superintendente do SEBRAE – Edval Passos. • Secretária de Promoção da Igualdade – Luiza Bairros. • Diretor do CAHL da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia/UFRB. – Xavier Vantin. • Secretário de Cidadania Cultural/MINC – TT Catalão. • Secretário de Audiovisual/MINC – Newton Cannito. • Diretor do Instituto de Radiodifusão da Bahia/TVE – Póla Ribeiro. • Diretoria de Multimídia da SECULT – Sofía Federico. • Superintendente Regional IPHAN/Bahia – Carlos Amorim. • Diretor do IPAC – Frederico Mendonça. • Presidente da Fundação Cultural Palmares – Edvaldo Mendes Araújo (Zulu Araújo). • Coordenação do Curso de Cinema da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia/UFRB. – Danillo Barata. • Presidente da Oscip Casa do Cinema da Bahia – Lázaro Faria. • Coordenador do Ponto de Cultura Cineclube Rede Terreiro Cultural/CEPAS – Luiz Cachoeira. • Centro de Educação e Cultura Vale do Iguape – Jucilene Jovelino. • Presidente da Associação Brasileira de Documentarista – Solange Lima. • Presidente da Associação Baiana de Cinema e Vídeo – Mateus Damasceno.

20:30h – Exibição do filme institucional do Bahia Afro Film Festival/BAFF, e do curta metragem “Massapê” de autoria do cineasta homenageado Arnol Conceição.

21:00h – Show Musical “5 Sentidos” de Mateus Aleluia, com Orquestra Afro Sinfônica e convidados especiais. Com lançamento do CD.

 

Programação dos outros dias:

 

Quinta-feira, 13 
Conferência Os Significados do Dia 13 de Maio de 1888, às 14h30, no auditório do Colégio Estadual da Cachoeira 

Sexta-feira, 14 
Abertura Oficial do III Bahia Afro Film Festival, às 20 horas, no auditório do Centro de Artes, Humanidades e Letras da UFRB. Às 20h30, exibição do curta-metragem Massapê, do cineasta homenageado Arnol Conceição. Às 21 horas, show de lançamento do CD 5 Sentidos, de Mateus Aleluia, com Orquestra Afro Sinfônica e convidados especiais 

Sábado, 15 
Começa a mostra competitiva, a partir das 14 horas, no auditório da UFRB. Começa também o III Seminário de Antropologia Audiovisual, às 8h30, no auditório da UFRB

Domingo, 16 
Mostra de Filmes de Animação, a partir das 9h30, na Igreja do Rosarinho e na Escola Balão Mágico (em São Félix)

Segunda-feira, 17 
Experiências de Produção e Difusão Audiovisual em Processos Educativos, às 8h30, no auditório da UFRB

Terça-feira, 18 
Tela em Transe: Oficina de Cinema, com Operação de Câmeras Cinematográficas e Introdução ao Cinema Digital, às 8 horas, no Centro Cultural Dannemann (São Félix) 

Quarta-feira, 19 
Oficina: Análise Técnica do Roteiro À Procura de Palmares, a ser filmado em Cachoeira, às 8 horas no auditório da UFRB

Domingo, 23 
Exibição dos Filmes Premiados No III BAFF, às 20 horas, no auditório 

Inscrições no site bahiaafrofilmfestival.com.br ou pelo telefone (71) 3322-1279, gratuitas 

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A partir de quarta-feira (06) até o sábado (09), o festival de música negra Real Rotação que promete balançar o Largo Pedro Archanjo durante esta semana. O projeto, que faz parte da programação Tô no Pelô, da Secretaria de Cultura do Estado da Bahia, com apoio do Pelourinho Cultural, surgiu para responder duas instigantes perguntas – a música negra dá dinheiro? E para o bolso de quem?

O Real Rotação apresentará uma vasta programação, desde Talk Shows a batalhas de Mc’s com prêmio em dinheiro e um baile black em homenagem a Tim Maia, além de muita música negra durante  os quatro dias de festa.

Programação

06/01/10 – Conversa Afinada (Talk Show) – Cultura Negra dá Dinheiro? Para o bolso de quem?

Entrevistados/ as: Zezé Motta,  Pestana (Editor Chefe da Revista Raça) e o cantor Dão

Participação: cantora Dona Liu e o rapper Lukas Kintê.

07/01/10Batalha de MC’s – Fora de Órbita Em Rotação. Campeonato de Free Style – Com premiação para o 1º, 2º e 3º lugar

Participação: grupos de rap Versu2 e Nova Saga.

08/01/10Lançamento da Mix Tape Rotação 33 – 1 DJ, 11 MCs. O Dj KLJay  assume o comando das pick-ups, enquanto os rappers Max B.O, Kamau, Aori, De Leve, Lívia Cruz, Sombra, Gaspar, Parte Hum, Phantom e Indião da dupla Andrômeda  cantam juntos no mesmo palco.

09/01/10 – Baile Black Especial Tim Maia

Participação: DJs KLJay, Mauro Telefunksoul e Bandido.

O que: Real Rotação

Quando: De 06 a 09 de Janeiro, sempre ás 19h.

Onde: Praça Pedro Arcanjo, Pelourinho

Quanto: Ingressos variam de R$ 0,40 a R$ 5, vendas no local

 

 

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Ver imagem em tamanho grandeIntelectual, política, professora e antropóloga brasileira nascida em Belo Horizonte, Minas Gerais, histórica no movimento feminista brasileiro, por sua luta no combate à violência contra a mulher, notadamente a violência sexual e doméstica. Filha de um ferroviário negro e mãe de origem indígena, e penúltima de dezoito irmãos, migrou para o Rio de Janeiro (1942). Pioneira nos cursos sobre Cultura Negra, com destaque para o 1º Curso de Cultura Negra na Escola de Artes Visuais no Parque Lage, doutorou-se em Antropologia Social, em São Paulo, e dedicou-se a pesquisas sobre a temática de gênero e etnia. Militante do movimento negro, teve fundamental atuação em defesa da mulher negra, participando do Instituto de Pesquisas das Culturas Negras e do Coletivo de Mulheres Negras N’Zinga. No II Congresso da Mulher Paulista em Valinhos, foi criado o SOS Mulher, sendo também criados serviços semelhantes em outros estados do país, entidades autônomas que tinham como objetivo atender as mulheres vítimas de violência, com um serviço voluntário de advogadas e psicólogas. Como conseqüência do movimento feminista, foram criadas, inicialmente em São Paulo (1985), as Delegacias de Defesa da Mulher. A Constituição de 88 passou a reconhecer a violência doméstica e a necessidade de o Estado criar medidas para coibi-la. Foi suplente de deputado federal (1982) e de deputado estadual (1986). Participou da primeira composição do Conselho Nacional dos Direitos da Mulher, o CNDM (1985-1989). Grande incentivadora das tradições afro-brasileiras, pertenceu ao Grêmio Recreativo de Arte Negra e Escola de Samba Quilombos, que fazia seu carnaval atendo-se às raízes do velho samba carioca e foi uma das fundadoras do grupo Olodum, de Salvador, Bahia, e faleceu vítima de problemas cardíacos, no Rio de Janeiro, aos 59 anos. Atuou nas universidades brasileiras por mais de 30 anos, até seu falecimento. Em seus últimos dias, foi eleita, por reconhecimento de sua competência, Chefe do Departamento de Sociologia, da Pontifícia Universidade Católica, a PUC, Rio de Janeiro. Em seus escritos destacaram-se os livros Lugar de Negro (1982), com Carlos Hasenbalg, e Festas Populares no Brasil, premiado na Feira de Frankfurt, mas também produziu muitos papers, comunicações, seminários e panfletos político-sociais.

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Hoje o Portal da Cultura Negra, dedica uma homenagem  especial ao Ilê Aiyê, pioneiro na luta  contra o preconceito, na busca contante pela dignidade do povo negro, na valorização da estética negra e na luta para preservação das tradições africanas no Brasil.

 Tudo começou  ha 35 anos,  dentro do  terreiro da ialorixá Hilda dos Santos Jitolu, carinhosamente chamada de Mãe Hilda, por toda a  comunidade do Curuzu  e respeitada  nacional e internacionalmente. 

O grande mentor  do Ilê Aiyê, Antonio Carlos dos Santos –  o Vovô do Ilê, comanda  a instituição juntamente com um grupo de guerreiros e guerreiras, enfrentando grandes batalhas para manutenção dos projetos sociais  que  funcionam no Centro Cultural Senzala do Barro Preto, na Liberdade e atende  crianças e adolescentes  da Liberdade  além de outras  regiões.

O   projeto mais importantes,( visto que é a base para o desenvolvimento de um Ser crítico e capaz de interagir para transformar sua realizade) é a escola formal Mãe Hilda, fundada em 1988, voltada para alunos da alfabetização à 4ª série do ensino fundamental. 

Com um  projeto pedagógico diferenciado, além da grade curricular convencional,  ensina os fundamentos  da cultura negra.  A instituição também  desenvolver cursos profissionailizantes  para adolescentes.

A data será festejada  neste dia 1 de Novembro, com o tradicional cortejo  que  sai do Plano Inclinado da Liberdade em direção à Senzala do Barro Preto no Curuzu .  

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