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Posts Tagged ‘cultura’

O Centro Histórico de Salvador vai sediar o primeiro Museu Nacional da Cultura Afro-Brasileira (Muncab) do país. Não poderia ser diferente, pois Salvador é conhecida como a capital negra do Brasil.

 

 Os dois edifícios da década 1920, que já foi sede do Tesouro e do antigo pronto-socorro municipal, está sendo restauradado para abrigar fatos históricos da cultura afro-brasileira.

O Ministério da Cultura está investindo com R$ 10 milhões para a construção da Muncab, sendo que a primeira parcela já foi liberada no valor R$ 3,8 milhões.

 

 

O futuro diretor, José Carlos Capinan, afirma que o valor não é suficiente, que é necessário o dobro para finalizar o projeto, mas que dá para retomar as obras e começar a adquirir o acervo do museu.
África pré-colonial, os fluxos migratórios, a escravidão e a abolição, os movimentos de resistência e as contribuições africanas à cultura brasileira serão os temas básicos do projeto museográfico, explica Capinan.

A partir de 2012, o museu vai sediar a Bienal da Diáspora Afro-Atlântica, abordando a cultura dos vários países que receberam influências da África.

 

 

Vamos aguardar e torcer para que o Muncab fique pronto o quanto antes.

E viva a cultura afro-brasileira!

 

 

http://www2.uol.com.br/historiaviva

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Nascida em Amargosa, a gestora, professora, atriz, fundadora do Ilê-Aiyê, ex-secretária municipal da Reparação e atual secretária do Desenvolvimento Social e Combate à Pobreza do Estado, Arany Santana vai aumentando a sua coleção de títulos, troféus e méritos. Na próxima terça-feira, 30 de novembro, às 19h, ela receberá da Câmara Municipal de Salvador, a denominação honorífica de cidadã soteropolitana, em concorrida solenidade que contará com a presença de autoridades, políticos, intelectuais, artistas, além da comunidade do Ilê-Aiyê e de povos de santo.

Para comemorar com Arany sua nova condição de soteropolitana, garantiram presença ao evento o ministro chefe da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial, Eloi Ferreira de Araújo, o secretário estadual da Cultura, Márcio Meireles, os deputados Valmir Assunção e Luis Alberto, Jaime Sodré, Godi, Lazzo Matumbi e Margareth Menezes, entre outros.

Biografia

Licenciada em Letras pela UFBa, Arany Santana reúne em seu currículum várias profissões e atividades. Educadora, atriz e gestora, teve importância fundamental na fundação do Movimento Negro Unificado, em 1978.

Estreou a pasta de secretária municipal de Reparação, órgão criado em Salvador em 2003. Sua militância tem início no município de Amargosa, cidade onde nasceu, no interior da Bahia.Especialista em Língua e Cultura Kikóongo e em História da África, formou-se também em teatro pela UFBA. Entre os trabalhos que realizou como gestora, Arany coordenou, durante dois anos, os Centros Sociais Urbanos do Estado da Bahia da Secretaria de Desenvolvimento Social e Combate à Pobreza (Sedes). Foi assessora especial da Secretaria do Trabalho, Assistência Social e Esporte, coordenadora pedagógica do projeto IMEJA-SMEC “A Arte na Centralidade do Currículo” e professora do Seminário Temático “Diversidade Cultural” pela Universidade Estadual da Bahia (UNEB) para o Curso de Pedagogia para formação dos professores da Rede Municipal de Ensino.

Ensinou Português e Cultura no Ensino Médio da Rede Estadual de Ensino. Também coordenou o Projeto de Educação e Cultura do Grupo de Capoeira Kilombolas.

Assessorou a Secretaria de Educação do Estado da Bahia em Assuntos Afro, coordenou as ações afro-baianas no Intercâmbio Bahia/Benin-África e foi conselheira representante da Secretaria da Educação do Estado da Bahia no Conselho para o Desenvolvimento da Comunidade Negra – CDCN (1991/1995) e Conselheira, Consultora e Arte – Educadora do Centro de Referência para a Infância e Adolescência – CRIA (desde 1994).

Atuou como consultora do PANGEA para ações de valorização e preservação do Parque São Bartolomeu (1999/2000) e como consultora e educadora da Escola Oficina de Salvador – Projeto de Restauração da Faculdade de Medicina da Bahia (1998/2000). Foi assessora de ensino da Secretaria Municipal de Educação (1989/1990, 1996/1998).

Foi coordenadora pedagógica do Projeto de Arte e Cultura das Escolas Municipais do Bairro da Liberdade – “Escola, cadê a sua história, professora do Programa de Extensão de Educação de Jovens e Adultos da Rede Estadual de Ensino (desde 1997) e técnica de Gerência de Currículo da SEC (1995/1997).

Diretora de Cultura e Arte do Ilê Aiyê desde 1983, Arany coordena a publicação Cadernos de Educação do Ilê Aiyê, vem formando os professores do Projeto de Extensão Pedagógica do Ilê Aiyê (desde 1996). Também trabalha como coordenadora Pedagógica da Escola Comunitária “Mãe Hilda”, mantida pelo Ilê Aiyê desde 1988.Pesquisadora dos temas de Carnaval do Ilê Aiyê desde 1985, também organiza e apresenta o Concurso da Beleza Negra do Ilê Aiyê.

Cine, TV e Teatro

No currículo de Arany ainda estão atuações como atriz em filmes de cineastas importantes na história do cinema brasileiro, como no “A Idade da Terra”, de Glauber Rocha, “Jardim das Folhas Sagradas”, de Pola Ribeiro, “A Guerra de Canudos”, de Sérgio Rezende e o mais recente, com previsão de estréia ainda este ano, “Capitães de Areia”, de Cecília Amado.

Arany participou de 18 espetáculos teatrais em Salvador, a exemplo de Baile Pastoril, Cordel Vida e Verso e Castro Alves. Em televisão apresentou, em 88 e 90, o programa de televisão Beleza Black, na TV Itapoan e trabalhou na minissérie Mãe de Santo da Rede Manchete.

No teatro encenou dezoito espetáculos em Salvador, entre eles, Baile PastorilCordel Vida eVersoCastro Alves.

Prêmios

Entre os prêmios de reconhecimento do seu trabalho Arani recebeu o diploma “Destaque Mulher” (1998 e 2002) da Assembléia Legislativa do Estado, pela atuação nas áreas educacional e artística e no trabalho de preservação e divulgação da cultura negra, o Troféu UJAAMA – Mulher Destaque/ 97 – promovido pelo Olodum – pelos trabalhos realizados na área da cultura e do conhecimento; o Prêmio Itaú – UNICEF pelo Projeto Pedagógico do Ilê Aiyê – 1996 (3º Melhor Projeto do Brasil).

Em 1995, também foi agraciada com o Troféu “Clementina de Jesus”, realizado pela UNEGRO, pelos trabalhos realizados em prol da Comunidade Negra, e, em 2004 recebeu aMedalha 2 de Julho da Prefeitura Municipal de Salvador.

Publicou Diretrizes Curriculares para o Ensino da Educação Artística na Rede Estadual de Ensino, em 1980, e Cronologia dos Reinos Africanos da Costa dos Escravos, em 1988.

Fonte: Ascom/Sedes

 

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A Ilha do Pati,  situada na cidade de São Francisco do Conde, fica a aproximada 1h30 minutos de Salvador. É uma comunidade, formada por aproximadamente 18o moradores descendentes de escravos e que através da dança, da música e da culinária, preserva uma das mais belas manifestações culturais do Recôncavo Baiano.

As Paparutas, um grupo formado por mulheres de distintas  idades,  vestidas com roupas coloridas, tem a missão de manter viva a tradição de preparar pratos típicos da cozinha africana,  como o acarajé, caruru, frigideira de siri, moqueca de camarão, peixe frito e o feijão  fradinho.

Após  prepar as iguarias,  elas saem de casa dançando ao ritmo dos tambores  com os pratos na cabeça em direção a pequena praça, onde todos os moradores da comunidade, já as aguardam para começar a festa.

No centro da roda fica uma Paparuta vestida de branco,  dançando com uma  colher de pau na mão e um grande caldeirão. É ela  quem aprova ou não  os pratos, que lhe são apresentados pelas demais.  A   apresentação das Papaprutas,  atrai  moradores de diversas regiões de Salvador todos os anos.

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III BAHIA AFRO FILM FESTIVAL

O III BAHIA AFRO FILM FESTIVAL será realizado de 13 a 23 de maio de 2010, na cidade de Cachoeira – Bahia, com o objetivo de fortalecer o desenvolvimento da formação, produção e difusão do audiovisual brasileiro, otimizando a vocação de Cachoeira, São Félix e demais municípios do Território de Identidade do Recôncavo como potencial pólo cinematográfico e do turismo étnico.

Dia 14, 20h – Abertura Oficial do III Bahia Afro Filme Festival

Com homenagem póstuma ao maestro abolicionista Tranquilino Bastos. Homenagens ao artista Mateus Aleluia, ao cineasta Arnold Conceição, ao Ministro da Cultura – Juca Ferreira.

Local: auditório do Centro de Artes, Humanidades e Letras da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia.

Mesa com representações institucionais:

• Ministro da Cultura – Juca Ferreira. • Coordenador Nacional do Programa Monumenta – Luiz Fernando. • Reitor da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia/UFRB – Paulo Gabriel Nacif. • Assessor da Presidência da Petrobrás – Rosemberg Pinto. • Coordenador de Comunicação da Petrobrás Nordeste – Darcle Andrade. • Secretário Estadual de Cultura – Márcio Meireles. • Secretário Estadual de Turismo – Antônio Carlos Tramm. • Superintendente do SEBRAE – Edval Passos. • Secretária de Promoção da Igualdade – Luiza Bairros. • Diretor do CAHL da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia/UFRB. – Xavier Vantin. • Secretário de Cidadania Cultural/MINC – TT Catalão. • Secretário de Audiovisual/MINC – Newton Cannito. • Diretor do Instituto de Radiodifusão da Bahia/TVE – Póla Ribeiro. • Diretoria de Multimídia da SECULT – Sofía Federico. • Superintendente Regional IPHAN/Bahia – Carlos Amorim. • Diretor do IPAC – Frederico Mendonça. • Presidente da Fundação Cultural Palmares – Edvaldo Mendes Araújo (Zulu Araújo). • Coordenação do Curso de Cinema da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia/UFRB. – Danillo Barata. • Presidente da Oscip Casa do Cinema da Bahia – Lázaro Faria. • Coordenador do Ponto de Cultura Cineclube Rede Terreiro Cultural/CEPAS – Luiz Cachoeira. • Centro de Educação e Cultura Vale do Iguape – Jucilene Jovelino. • Presidente da Associação Brasileira de Documentarista – Solange Lima. • Presidente da Associação Baiana de Cinema e Vídeo – Mateus Damasceno.

20:30h – Exibição do filme institucional do Bahia Afro Film Festival/BAFF, e do curta metragem “Massapê” de autoria do cineasta homenageado Arnol Conceição.

21:00h – Show Musical “5 Sentidos” de Mateus Aleluia, com Orquestra Afro Sinfônica e convidados especiais. Com lançamento do CD.

 

Programação dos outros dias:

 

Quinta-feira, 13 
Conferência Os Significados do Dia 13 de Maio de 1888, às 14h30, no auditório do Colégio Estadual da Cachoeira 

Sexta-feira, 14 
Abertura Oficial do III Bahia Afro Film Festival, às 20 horas, no auditório do Centro de Artes, Humanidades e Letras da UFRB. Às 20h30, exibição do curta-metragem Massapê, do cineasta homenageado Arnol Conceição. Às 21 horas, show de lançamento do CD 5 Sentidos, de Mateus Aleluia, com Orquestra Afro Sinfônica e convidados especiais 

Sábado, 15 
Começa a mostra competitiva, a partir das 14 horas, no auditório da UFRB. Começa também o III Seminário de Antropologia Audiovisual, às 8h30, no auditório da UFRB

Domingo, 16 
Mostra de Filmes de Animação, a partir das 9h30, na Igreja do Rosarinho e na Escola Balão Mágico (em São Félix)

Segunda-feira, 17 
Experiências de Produção e Difusão Audiovisual em Processos Educativos, às 8h30, no auditório da UFRB

Terça-feira, 18 
Tela em Transe: Oficina de Cinema, com Operação de Câmeras Cinematográficas e Introdução ao Cinema Digital, às 8 horas, no Centro Cultural Dannemann (São Félix) 

Quarta-feira, 19 
Oficina: Análise Técnica do Roteiro À Procura de Palmares, a ser filmado em Cachoeira, às 8 horas no auditório da UFRB

Domingo, 23 
Exibição dos Filmes Premiados No III BAFF, às 20 horas, no auditório 

Inscrições no site bahiaafrofilmfestival.com.br ou pelo telefone (71) 3322-1279, gratuitas 

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MOSTRA DE FILMES AFRO-RELIGIOSOS

OMI DUDU PROMOVE MOSTRA DE FILMES AFRO-RELIGIOSOS COM ENTRADA FRANCA

 

 

                                                

 

O Núcleo Omi-Dudu reforça as atividades do Projeto ODARA DUDU: Educação, Cultura e Estética Negra, com a MOSTRA DE FILMES AFRO-RELIGIOSOS. A mostra faz parte da programação do Ponto de Cultura ODARA DUDUe a abertura será no dia 23/02/2010, às 9:00hs na Sala Luiz Orlando, no 3º andar da Biblioteca e se estenderá até o dia 26/02/10. As exibições ocorrerão, pela manhã, entre às 9:00hs e 11:50hs e pela tarde entre às14:00hs e 17:30hs, com entrada franca.

    A MOSTRA
   A Mostra de Filmes Afro-religiosos tem por objetivo ser um espaço de reflexão e visibilidade de produções audiovisuais nos quais as temáticas centrais sejam a religiosidade afro-brasileira. Propõe registrar a mobilização cinematográfica da religiosidade afro-brasileira no território nacional, a partir da cidade do Salvador/Bahia, trazendo e usando como recorte a experiência e sabedoria das grandes Sacerdotisas e Sacerdotes do Candomblé.

         

   PROGRAMAÇÃO

DIA 23/02, TERÇA-FEIRA MANHÃ E TARDE
DAS 09:00H AS 11:30 E DAS 14:00H AS 17:30

Atlântico Negro na Rota dos Orixás
Direção: Renato Barbieri
Duração: 54 minutos

Atabaque Nzinga
Direção: Octavio Bezerra
Duração: 83 Minutos

Mojuba
Direção: Antonio Pompeo
Duração: 26 minutos

 

DIA 24/02, QUARTA-FEIRA MANHÃ E TARDE
DAS 09:00H AS 11:30 E DAS 14:00H AS 17:30

 

Orixás da Bahia
Direção: Lazaro Faria
Duração: 40 minutos

Gaiaku Luiza-Voduns
(Força e Magia dos Ventos)
Partes 1, 2, 3, 4
Direção: Soraya Mesquita
Duração Total: 54 minutos
Realização TVE-Bahia

Candomblé de Angola
1ª Parte- Feitura de Santo
Direção Geral: Luiz Sarmento
2ª Parte- Negros Reinventam?
Direção: Luca Pacheco
Duração: 26 Minutos


DIA 25/02, QUINTA-FEIRA MANHÃ E TARDE
DAS 09:00H AS 11:30 E DAS 14:00H AS 17:30

Cidade das Mulheres
Direção: Lazaro Faria
Duração: 112 minutos

Caboclo De Um Brasil Caboclo

Direção: Raphael Durão
Duração: 20 minutos
Ano: 2006

Herança Africana
By Darci Ribeiro
Duração: 40 minutos

DIA 26/02, SEXTA-FEIRA MANHÃ E TARDE
DAS 09:00H AS 11:30 E DAS 14:00H AS 17:30

Espelho, Espelho Meu!!
Direção: Jaqueline Barreto
Duração: 16 Minutos

Povo de Santo
Direção: Wilson Militao e Manuel Passos Pereira
Duração: 54 Minutos

Ori
Direção: Raquel Gerber
Duração: 100 Minutos
 

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A partir de quarta-feira (06) até o sábado (09), o festival de música negra Real Rotação que promete balançar o Largo Pedro Archanjo durante esta semana. O projeto, que faz parte da programação Tô no Pelô, da Secretaria de Cultura do Estado da Bahia, com apoio do Pelourinho Cultural, surgiu para responder duas instigantes perguntas – a música negra dá dinheiro? E para o bolso de quem?

O Real Rotação apresentará uma vasta programação, desde Talk Shows a batalhas de Mc’s com prêmio em dinheiro e um baile black em homenagem a Tim Maia, além de muita música negra durante  os quatro dias de festa.

Programação

06/01/10 – Conversa Afinada (Talk Show) – Cultura Negra dá Dinheiro? Para o bolso de quem?

Entrevistados/ as: Zezé Motta,  Pestana (Editor Chefe da Revista Raça) e o cantor Dão

Participação: cantora Dona Liu e o rapper Lukas Kintê.

07/01/10Batalha de MC’s – Fora de Órbita Em Rotação. Campeonato de Free Style – Com premiação para o 1º, 2º e 3º lugar

Participação: grupos de rap Versu2 e Nova Saga.

08/01/10Lançamento da Mix Tape Rotação 33 – 1 DJ, 11 MCs. O Dj KLJay  assume o comando das pick-ups, enquanto os rappers Max B.O, Kamau, Aori, De Leve, Lívia Cruz, Sombra, Gaspar, Parte Hum, Phantom e Indião da dupla Andrômeda  cantam juntos no mesmo palco.

09/01/10 – Baile Black Especial Tim Maia

Participação: DJs KLJay, Mauro Telefunksoul e Bandido.

O que: Real Rotação

Quando: De 06 a 09 de Janeiro, sempre ás 19h.

Onde: Praça Pedro Arcanjo, Pelourinho

Quanto: Ingressos variam de R$ 0,40 a R$ 5, vendas no local

 

 

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Para quem curte fotografia e também se interessa por candomblé, uma boa opção é a  exposição intitulada  “Depois da Festa- Decoração ritual do Terreiro da Casa Branca”.

A mostra traz fotografias da decoração litúrgica da Casa Branca feitas por Regina Martinelli Serra. É uma oportunidade de conferir a variação de cores e formatos que tomam o barracão e outros espaços dos terreiros durante as festas. 

Regina Martinelli Serra é membro da comunidade da Casa Branca. Em 2001 ela pediu licença à ialorixá do terreiro, Mãe Tatá, para fazer as fotografias.

“Na Casa Branca não se pode fazer fotografias durante os rituais. Às vezes tinha que esperar um pouco mais, pois havia os erês e na sua presença também não podia registrar nada. Durante dois anos fui fazendo as fotos. Fiz também retratos que pretendo um dia incorporar a esta exposição”, conta Regina.

De acordo com ela, a exposição é também uma forma de mostrar a beleza do trabalho feito pela comunidade da casa, na maioria das vezes com papel, flores e pano. “Tudo muito simples e extremamente belo.  A criatividade do povo de santo conseguia tirar daqueles  elementos um esplendor que até hoje me comove”, completa.

A mostra prossegue até o dia 5 de março. O período de visitas é de segunda a sexta das 9 às 18 horas, no Museu de Arqueologia e Etnologia da Ufba e no Museu Afro-Brasileiro, ambos localizados no prédio da antiga Faculdade de Medicina,  no Terreiro de Jesus,  Pelourinho.

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