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Posts Tagged ‘orixás’

O Povo Negro  ficou  órfão neste dia 24 de maio de 2011. O seu maior líder  Abdias do Nascimento, faleceu   aos 97 anos. Foi uma vida totalmente dedicada  a  luta contra o racismo e  em tornar a  vida  do povo negro mais  digna.

Saiu muito jovem da  pequena cidade de Franca no  interior de São Paulo, rumo a capital  onde iniciaria uma  longa jornada em defesa de direitos iguais para a população negra.

Integrou a Frente Negra Brasileira, fundou o Teatro Experimental do Negro, que  revelou estrelas como Ruth de Souza, foi um defensor incansável  por  políticas públicas que fossem capaz de inserir o negro no meio cultural, político e educacional.

Defendeu o direito  do povo negro em expressar suas  manifestações culturais e religiosa.  Mesmo durante o período em que esteve no exílio,  não deixou de Pensar na questão do Negro. Com o fim do regime militar e seu  regresso  ao país, ingressa na carreira política como deputado federal onde atua de forma incansável e brilhante em defesa de seu povo.

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Lançamento de livro escrito pela yalorixá será amanhã. Foto: Rejane Carneiro

 Foto: Rejane Carneiro

Será lançado sábado dia 9 de maio de 2009 ,o livro a Resistência da Fé de Mãe Valnizia de Ayrá. O livro é uma  autobiografia  e narra  fatos de sua vida  . 

Será uma ótima oportunidade para que todos conheçam  a atuação da lider espiritual do Terreiro do Cobre, que vai completar  50 anos  no próximo domingo.

No domingo, o   jornal A Tarde, trará uma reportagem sobre  Mãe Valnizia, que iniciou sua vida espiritual aos 16 anos no Terreiro da Casa Branca.

Laçamento do livro.

Quando : dia 9 de maio de 2009 às 17h00

Local : Solar do Ferrão Pelourinho – Rua Gregório de Mattos ,45

 

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Cantada em verso e prosa por grandes nomes do cancioneiro popular, retratadas  por  pintores, fotógrafos e escritores, a baiana do acarajé é a  figura mais tradicional da Bahia.

 

Simboliza e mantem viva a tradição de vender em seu tabuleiro os quitutes que possibilitaram no início de nossa história  garantir a  liberdade e a sua  subsitência.  Na maioiria das vezes,  todo o  ganho do dia era repassado para seus senhores, pois este ato simbolizava a compra de sua liberdade.

 

A baiana do acarajé simboliza a força da mulher guerreira que tem em suas mãos o poder de mudar seu destino, transformar sua realidade e ocupar um espaço na sociedade que lhes foi negado desde o início de nossa história.

 

O dia de hoje, 25 de novembro é dedicado a todas as mulheres guerreiras que começam o dia  ainda de madrugada com a árdua tarefa de  preparar o alimento que no final da tarde será apreciado por todos.

 

Um logo processo   é estabelecido entre o preparo e o degustar deste quitute. O acarajé é uma comida de tradição africana, que lá é  chamado de àkàrà, cujo significado é bola de fogo.

 

 A base do acarajé é  o feijão fradinho, que após ser moído,  tornando-se uma massa  bem fina e concosistente a qual é  acrescentada a cebola ralada e o sal, a massa  precisa ser batida pacientemente,  até que  obtenha um aspecto bastante cremoso.

 

Após esta epopéia começa outra igualmente dfícil, transportar seu tabuleiro, fogareiro e demais utensílios necessários. Sobem e descem  ladeiras, empurrando carinhos, enfrentando o sol e a chuva para mais um dia de trabalho.

Tabuleiro devidamente montado  inicia-se o ato final,  fritar o bolinho em um tacho de azeite de dendê.  A  primeira leva  do acarjé após ser frito é  oferecido a Exu, o guardião de todos os caminhos,  e aos demais orixás.

 

Este ritual é seguido religiosamente pelas verdadeiras baianas do acarajé,  que no início da tarde montam seus tabuleiros, para  alimentar e satisfazer o  paladar e o espírito  com este alimento sagrado.

 

 

 

 

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