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Posts Tagged ‘Rio de Janeiro’

O Povo Negro  ficou  órfão neste dia 24 de maio de 2011. O seu maior líder  Abdias do Nascimento, faleceu   aos 97 anos. Foi uma vida totalmente dedicada  a  luta contra o racismo e  em tornar a  vida  do povo negro mais  digna.

Saiu muito jovem da  pequena cidade de Franca no  interior de São Paulo, rumo a capital  onde iniciaria uma  longa jornada em defesa de direitos iguais para a população negra.

Integrou a Frente Negra Brasileira, fundou o Teatro Experimental do Negro, que  revelou estrelas como Ruth de Souza, foi um defensor incansável  por  políticas públicas que fossem capaz de inserir o negro no meio cultural, político e educacional.

Defendeu o direito  do povo negro em expressar suas  manifestações culturais e religiosa.  Mesmo durante o período em que esteve no exílio,  não deixou de Pensar na questão do Negro. Com o fim do regime militar e seu  regresso  ao país, ingressa na carreira política como deputado federal onde atua de forma incansável e brilhante em defesa de seu povo.

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Temporada de 14 de maio a 07 de junho no Teatro da Cia dos Atores, Escadaria Selaron, Lapa – REF. RUA JOAQUIM SILVA

Dias: Sextas, sábados e segundas-feiras às 20h/ Domingo às 19h
Débora Almeida
Atriz e Produtora Cultural
21-9762-4313

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 Angenor de Oliveira nasceu no bairro do Catete, no Rio de Janeiro, quarto filho de Sebastião Joaquim de Oliveira e Aída Gomes de Oliveira. Por problemas financeiros, a família mudou-se para o morro da Mangueira quando Cartola tinha onze anos. Pobre, Angenor trabalhou desde cedo, fazendo bicos como pintor de paredes, lavador de carros e pedreiro. Ganhou o apelido de Cartola graças ao chapéu coco que usava para não sujar os cabelos de cimento. Cedo também, já freqüentava as rodas de samba e a boêmia do morro onde morava. Cartola deixou a escola na quarta série do ensino fundamental. Aos 17 anos, expulso de casa pelo pai, envolveu-se com mulheres, passou a beber, adoeceu e deixou de trabalhar. Prostrado num pequeno barraco, recebeu a visita de uma vizinha, Deolinda, com quem Cartola viria a se casar. Deolinda lavava e cozinhava para fora, e o barraco em que passaram a viver estava sempre cheio. No morro, Cartola começou a ficar conhecido como compositor e sambista. Lá conheceu Carlos Cachaça, que viria a ser seu grande parceiro e amigo. Formavam uma turma de arruaceiros, que pulavam o carnaval como Bloco dos Arengueiros. Esta associação acabaria gerando a Mangueira, a primeira escola de samba carioca.  Junto com seis amigos, no dia 28 de abril de 1928 Cartola fundou Escola de Samba Estação Primeira de Mangueira. Ele escolheu as cores – verde e rosa – e passou a ser o diretor de harmonia da escola. Em 1929, Cartola vendeu uma canção para Mário Reis, que a repassou ao maior cantor da época, Francisco Alves. Em 1932 conheceu Noel Rosa, com quem fez amizade. Começou a se tornar conhecido e teve sambas gravados por Carmem

Miranda, Francisco Alves e Sílvio Caldas, entre outros cantores de grande fama.

 

Villa-Lobos, Mangueira e Dona Zica

Apesar do sucesso, distanciou-se do meio artístico, passando a compor exclusivamente para sua escola de samba. Em 1940, foi procurado pelo compositor erudito Heitor Villa-Lobos para efetuar uma gravação para o maestro americano Leopold Stokowski, que realizava uma pesquisa sobre músicas nativas. Nos anos 1940, Cartola viveu um período de grandes dificuldades. Doente e viúvo, mudou-se do morro da Mangueira para a Baixada fluminense. Desapareceu completamente dos meios musicais e chegou a ser dado como morto. As coisas começaram a melhorar quando voltou para a Mangueira, depois de começar a namorar Euzébia Silva do Nascimento – a famosa Dona Zica. Os dois passaram a viver juntos em 1952, embora já se conhecessem desde crianças. O casamento oficial só aconteceria em 1964. O casal se instalou numa casa próxima à de Carlos Cachaça e de Menina, irmã de Zica. Em 1957, trabalhando como lavador de carros em Ipanema, Cartola foi redescoberto pelo escritor Stanislaw Ponte Preta. Conseguiu algumas apresentações em rádios e algumas matérias em jornais e revistas. Passou a trabalhar como contínuo, primeiro no “Diário Carioca” e depois no Ministério da Indústria e Comércio. No começo dos anos 1960 tornou-se zelador da Associação das Escolas de Samba do Rio, que funcionava num casarão no centro da cidade. O local começou a promover rodas de samba, alimentadas pela sopa de Dona Zica. O sucesso foi tanto que logo o casal abriria sua própria casa de samba e restaurante, o Zicartola, num outro casarão na rua da Carioca, também no centro do Rio de Janeiro. Jornalistas, compositores e cantores, além de boêmios e amantes do samba passaram a freqüentar o restaurante. O Zicartola funcionou de 1963 a 1965, entrando para a história do samba carioca. A assimilação do samba de morro pela classe média trouxe prestígio e público para Cartola. Nesta época, chegou a ter seu nariz (deformado por uma doença) retocado pelo famoso cirurgião Ivo Pitangui. Em 1965 a Prefeitura lhe cedeu um terreno, ao pé do morro, em que começou a construir sua casa. Em 1966, cantou em dois discos de Elizeth Cardoso e, no ano seguinte, participou da antologia “Fala, Mangueira”. O compositor participou do “Cartola Convida”, uma série de shows na Praia do Flamengo, em 1970, quando apresentava sambistas amigos seus para um público jovem. Em 1974, através da gravadora independente Marcus Pereira, Cartola finalmente gravou seu primeiro disco solo, “Cartola”. Dois anos depois, a mesma gravadora lançou um segundo disco seu, contendo uma canção que viria ser um de seus grandes sucessos, “As Rosas não Falam”, que serviu de trilha para uma novela da Rede Globo. Conhecido do grande público, Cartola passou a ser convidado para fazer muitos shows. Com o compositor João Nogueira, participou do projeto Pixinguinha, tocando e cantando por todo o país. Em 1977, voltou a desfilar pela Mangueira, depois de 28 anos. No ano seguinte, lançou um disco por uma grande gravadora, a RCA Victor. No ano seguinte, em busca de tranqüilidade, Cartola e dona Zica saíram do morro da Mangueira para morar numa casinha em Jacarepaguá, subúrbio carioca. Nesse mesmo ano, Cartola foi homenageado pelos seus 70 anos, na quadra da Mangueira. Dois anos depois, o compositor morreu, por complicações de um câncer na tireóide. Três dias antes de sua morte, em novembro de 1980, Cartola recebeu uma homenagem do poeta Carlos Drummond de Andrade, numa crônica publicada no “Jornal do Brasil”.

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Hilária Batista de Almeida nasceu na Bahia em 1854. Aos 22 anos, mudou-se para o Rio de Janeiro, no êxodo que ficou conhecido como diáspora baiana. No Rio, formou nova família ao se casar com João Baptista da Silva, funcionário público com quem teve 14 filhos.

Como todas as baianas da época, era grande quituteira. Começou a trabalhar colocando o seu tabuleiro na Rua Sete de Setembro, sempre vestida de baiana. Com tino comercial, também alugava roupas típicas para o teatro e para o carnaval.

Mãe-de-santo respeitada, Hilária foi confirmada no santo como Ciata de Oxum, no terreiro de João Alabá, na Rua Barão de São Felix, onde também ficava a casa de Dom Obá II e o famoso cortiço Cabeça de Porco. Em sua casa, as festas eram famosas. Sempre celebrava seus orixás, sendo as festas de Cosme e Damião e de Nossa Senhora da Conceição as mais prestigiadas. Mas também promovia festas profanas, nas quais se destacavam as rodas de partido-alto. Era nessas rodas que se dançava o miudinho, uma forma de sambar de pés juntos, na qual Ciata era mestra.

A Praça Onze ganhou o apelido de Pequena África, porque era o ponto de encontro dos negros baianos e dos ex-escravos radicados nos morros próximos ao centro da cidade. Lá se reuniam músicos amadores e compositores anônimos. A casa de Tia Ciata, na rua Visconde de Itaúna 117, era a capital da Pequena África. Dos seus freqüentadores habituais, que incluíam Pixinguinha, Donga, Heitor dos Prazeres, João da Baiana, Sinhô e Mauro de Almeida, nasceu o samba. A música Pelo telefone foi o primeiro samba registrado, no final de 1916, e virou sucesso no carnaval de 1917.

As chamadas “tias” baianas tiveram um papel preponderante no cenário de surgimento do samba no Rio de Janeiro, no final do século XIX e início do XX. Além de transmissoras da cultura popular trazida da Bahia e sacerdotisas de cultos e ritos de tradição africana, eram grandes quituteiras e festeiras, reunindo em torno de si a comunidade que inundava de música e dança suas celebrações – as festas chegavam a durar dias seguidos. Nessa época, viviam Tia Amélia (mãe de Donga), Tia Prisciliana (mãe de João de Baiana), Tia Veridiana (mãe de Chico da Baiana) e Tia Mônica (mãe de Pendengo e Carmen do Xibuca). Mas a mais famosa de todas foi Tia Ciata, em cuja casa nasceu o samba.

Em 1935, o então prefeito do Rio, Pedro Ernesto, legalizou as escolas de samba e oficializou os desfiles de rua. Antes disso, sem horário nem percurso fixo, o indispensável era que os grupos passassem pela Praça Onze, pelas casas das “tias” baianas. Elas eram consideradas mães do samba e do carnaval dos pobres. A casa de Tia Ciata era parada obrigatória, pois era a mais famosa e muito respeitada pela comunidade. Até hoje, as tias são representadas e homenageadas nos desfiles, pela ala das baianas das escolas de samba.

fonte: http://www.acordacultura.org.br

Para saber mais:
Silva, Lucia. Luzes e Sombras na cidade: no rastro do castelo e da Praça Onze. SP:PUC, 2002

Referências bibliográficas:

Moura, Roberto. Tia Ciata e a Pequena África no Rio de Janeiro. FUNARTE, 1983
Cartilha Mulher Negra tem História, de Alzira Rufino, Nilza Iraci, Maria Rosa, 1987.
Oliveira, Eduardo (org). Quem é quem na negritude brasileira. São Paulo, Congresso nacional, 1998.
Lopes, Nei. Enciclopédia Brasileira da Diáspora Africana. São Paulo, Selo Negro, 2004.

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 Em 29 de setembro de 1908,  a literatura universal, perdia um  dos seus  mais brihates representantes, Joaquim Maria Machado de Assis. Desde a  mais tenra idade foi um obstinado na busca pelo conhecimento.

O menino  pobre, gago,epilético, e de ascendência negra  deixou sua marca registrada  como um dos maiores representates da literatura em língua portuguesa .  Sua condição social como o da maioria dos negros, em um Brasil escravista, não permitiu que ele tivesse acesso a uma educação convencional ou frequentasse  os melhores colégios. O que não o impediu de ser um dos principais fundadores da Academia Brasileira de Letras.

Autodidata desde as primeiras letras,  Machado de Assis,  dominava o latim, o francês e mais tarde  o inglês,  um luxo reservado a uma pequena parcela da sociedade brasileira. 

Ainda muito jovem dedicou-se  a trabalhos cuja remuneração era   pequena ou nenhuma porém, foi a forma encontrada de estar próximo ao universo da literatura do teatro  e das artes de uma forma geral. 

 Dominou grande parte dos gêneros literários, porém  o realismo e o ficcionismo marcou  a melhor fase de sua obra.  Ao lançar Memórias Póstumas de Brás Cubas,  criou a fase realista  no Brasil . 

Por sua erudição, pela forma inovadora com uma  visão crítica e de  caráter universal, Machado de Assis,  destaca-se hoje  como um dos maiores  nomes da literatura universal.

 

 

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Teodoro Fernandes Sampaio,  foi  engenheiro, geógrafo e historiador. Nasceu em 1855 no Engenho Canabrava, pertencente ao Visconde de Aramaré, hoje pertencente ao município baiano de Teodoro Sampaio (Bahia). Era filho da escrava Domingas da Paixão do Carmo e do engenheiro Antonio da Costa Pinto, no entanto seu tio o padre Manuel Fernandes Sampaio se incumbio de sua educação  Ainda em Santo Amaro estuda as primeiras letras no colégio do professor José Joaquim Passos. É levado, em 1864 para São Paulo e depois para o Rio de Janeiro, onde estuda no Colégio São Salvador e, em seguida, ingressa no curso de Engenharia do Colégio Central. Ao tempo em que estuda leciona nos Colégios São Salvador e Abílio, do também baiano Abílio César Borges (Barão de Macaúbas), sendo ainda contratado como desenhista do Museu Nacional.

Formou-se em 1877, quando finalmente volta a Santo Amaro, na Bahia, onde nasceu. Ali, revê a mãe e os irmãos, e comprando, no ano seguinte, a carta de alforria de seu irmão Martinho, gesto que repete com os irmãos Ezequiel (1882) e Matias (em 1884). Por ser filho de branco, Sampaio nunca fora um escravo. Em 1879 integra a “Comissão Hidráulica”, nomeada pelo imperador Dom Pedro II, sendo o único engenheiro brasileiro entre estadunidenses. A convite de Orville Derby, que conhecera na expedição aos sertões sanfranciscanos, participa de nova comissão que realiza o levantamento geológico do Estado de São Paulo (1886).

Antes havia realizado o trabalho de prolongamento da linha férrea de Salvador ao São Francisco (1882). No ano seguinte é nomeado engenheiro chefe da Comissão de Desobstrução do Rio São Francisco, que deixa quando do convite de Derby para ir a São Paulo. Ali, dentre outra realizações, participa em 1990 da Companhia Cantareira (engenheiro-chefe), é nomeado Diretor e Engenheiro Chefe do Saneamento do Estado de São Paulo (de 1898 a 1903). Participou da fundação da Escola Politécnica, junto a Sales Oliveira e ao Coronel Jardim.

Foi, em 1894, um dos fundadores do Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo; membro do Instituto Geográfico e Histórico da Bahia (1898), que presidiu em 1922; sócio do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (1902). Em 1912 presidiu o V Congresso Brasileiro de Geografia.

Teodoro Sampaio, que nasceu negro e filho de escrava, foi um dos maiores pensadores brasileiros de seu tempo. Engenheiro por profissão, legou-nos uma bibliografia de vasta erudição geográfica e histórica sobre a contribuição das bandeiras paulistas à formação do território nacional, entre outros temas. É formidável sua sofisticação na percepção da importância dos saberes indígenas (caminhos, mas não só) na odisséia bandeirante. Igualmente digna de consideração foi sua contribuição ao estudo de vários rios brasileiros, de pinturas rupestres em sítios arqueológicos nacionais, do tupi na geografia brasileira e da geologia no País. Neste campo, a geologia brasileira, participou de momentos marcantes, como a expedição de Orville Derby ao vale do rio São Francisco e de comissões específicas. Além disso, foi grande amigo de Euclides da Cunha, e auxiliou o escritor com conhecimentos sobre o sertão baiano na elaboração de Os Sertões.

Seu nome figura na memória intelectual do País ao lado de Capistrano de Abreu, Joaquim Nabuco, Nina Rodrigues e outros do mesmo patamar. Em sua memória, foram batizados dois municípios brasileiros (na Bahia e em São Paulo) e também uma importante rua da cidade de São Paulo.

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André Pinto Rebouças nasceu na cidade de  Cachoeira na  Bahia,em 1838.  Filho de  Antônio Pereira Rebouças, um mulato autodidata que obteve o direito de advogar, representou a Bahia na Câmara dos Deputados em diversas legislaturas e foi conselheiro do Império. Sua mãe, Carolina Pinto Rebouças, era filha do comerciante André Pinto da Silveira.

André tinha sete irmãos, sendo mais ligado a Antônio, que se tornou seu grande companheiro na maioria dos seus projetos profissionais. Em fevereiro de 1846, a família mudou-se para o Rio de Janeiro. André e Antônio foram alfabetizados por seu pai e freqüentaram alguns colégios até ingressarem na Escola Militar.

Em 1857 foram promovidos ao cargo de segundo tenente do Corpo de Engenheiros e complementaram seus estudos na Escola de Aplicação da Praia Vermelha. André bacharelou-se em Ciências Físicas e Matemáticas em 1859 e obteve o grau de engenheiro militar no ano seguinte.

Os dois irmãos foram pela primeira vez à Europa, em viagem de estudos, entre fevereiro de 1861 e novembro de 1862. Na volta, partiram como comissionados do Estado brasileiro para trabalhar na vistoria e no aperfeiçoamento de portos e fortificações litorâneas.

Na guerra do Paraguai, André serviu como engenheiro militar, nela permanecendo entre maio de 1865 e julho de 1886,  retornou ao Rio de Janeiro, por motivos de saúde. Passou então a desenvolver projetos com seu irmão Antônio, na tentativa de estruturação de companhias privadas com a captação de recursos junto a particulares e a bancos, visando a modernização do país. 

As obras que André realizou como engenheiro estavam ligadas ao abastecimento de água na cidade do Rio de Janeiro, às docas dom Pedro II e à construção das docas da Alfândega (onde permaneceu de 1866 até a sua demissão, em 1871).

Paralelamente, André dava aulas, procurava apoio financeiro para Carlos Gomes retornar à Itália, debatia com ministros e políticos por diversas leis. Foi secretário do Instituto Politécnico e redator geral de sua revista. Atuou como membro do Clube de Engenharia e muitas vezes foi designado para receber estrangeiros, por falar inglês e francês.

Participou da Associação Brasileira de Aclimação e defendeu a adaptação de produtos agrícolas não produzidos no Brasil, e o melhor preparo e acondicionamento dos produzidos aqui, para concorrerem no mercado internacional. Foi responsável ainda pela seção de Máquinas e Aparelhos na Sociedade Auxiliadora da Indústria Nacional.

Na década de 1880, André Rebouças se engajou na campanha abolicionista e ajudou a criar a Sociedade Brasileira Contra a Escravidão, ao lado de Joaquim Nabuco, José do Patrocínio e outros. Participou também da Confederação Abolicionista e redigiu os estatutos da Associação Central Emancipadora. Participou da Sociedade Central de Imigração, juntamente com o Visconde de Taunay.

Entre setembro de 1882 e fevereiro de 1883, Rebouças permaneceu na Europa, retornando ao Brasil para dar continuidade à campanha. Mas o movimento militar de 15 de novembro de 1889 levou André Rebouças a embarcar, juntamente com a família imperial, com destino à Europa.

Por dois anos, ele permaneceu exilado em Lisboa, como correspondente do “The Times” de Londres. Transferiu-se, então, para Cannes, na França, até a morte de D. Pedro II.
Faleceu aos 60 anos  em Funchal, na Ilha da Madeira.

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