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Posts Tagged ‘produtora de video em salvador’

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A capital baiana recebe nesta segunda-feira, a sétima edição da Semana da África. O evento foi realizado após uma parceria entre estudantes africanos e estudantes afro-brasileiros. Criado com o intuito de proporcionar trocas científicas entre estudantes, professores e intelectuais africanos e brasileiros.

A Semana de África, abordará os temas relacionados às produções audiovisuais africanas, incluindo cinema, teatro, literatura, fotografia, televisão, internet e outras. Abordará também sobre a África no ensino da história, das culturas africanas e afro-brasileiras nas escolas e universidades brasileiras.

O evento encerrará no dia 25 de maio. As atividades serão distribuídas por quatro locais:  Centro Cultural da Câmara de Vereadores; Centro de Estudos Afro-Orientais da Ufba (Ceao), localizado no Largo 2 de Julho; Faculdade de Economia da Ufba, na Piedade; e campus da Uneb, no Cabula.

Está programado a realização de palestras, oficinas pedagógicas, Conferências, mesas redondas, shows, exibição de filmes e espetáculos teatrais. Maiores informações sobre a programação confira no blog www.semanadaafrica.blogspot.com.br.

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Unknown

O projeto Bass Culture Clash, é um grande intercâmbio cultural realizado pela Bahia e por Londres. O principal objetivo é criar oportunidades e apresentar os talentos do Reino Unido no mercado musical brasileiro e os talentos brasileiros no mercado inglês.

O evento acontecerá no período de 10 a 18 de maio, com shows e workshops nas cidades de Ilhéus nos dias 9 e 10, em seguida em Salvador nos dias 11 e 12  e termina em Londres de 16 a 18 de maio.

Contará com a participação de grandes referências musicais, dentre eles: “The Heatwave”, que apresentará a sua festa ao lado de “MC Lady Chann”, a artista “Natty”, revelação da nova música londrina. E da Bahia teremos: “OQuadro”, banda natural de Ilhéus e um dos mais antigos grupos de hip hop do estado e a banda “Os Nelsons” que vem da cidade de Paulo Afonso.

 

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Depois de passar quatro meses em restauração, a Coroa de Xangô está de volta ao famoso Terreiro da Casa Branca, conhecido em yorubá como Ilê Axé Iyá Nassó Oká. A remontagem da peça começou sexta-feira (10) e termina amanhã, quarta-feira (15), nesse importante espaço sagrado de matriz africana, localizado no meio de uma encosta na Avenida Vasco da Gama, em Salvador.

Construída por Julieta Oliveira – Julieta de Oxum – em 1972, a obra artística e sagrada nunca tinha passado por uma grande intervenção e ficará pronta, no terreiro, sete dias antes da abertura do ciclo religioso da Casa Branca. De acordo com o diretor geral do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (IPAC), Frederico Mendonça, a coroa foi reformada após a Associação São Jorge do Engenho Velho – entidade responsável pelo terreiro – vencer o edital de Preservação, Dinamização e Difusão de Acervos desse órgão estadual que é vinculado à Secretaria de Cultura (SecultBA).

“Através dos editais, a sociedade civil tem possibilidade efetiva de participar das políticas públicas culturais”, diz Mendonça. Para a restauração da peça sagrada foram investidos cerca de R$ 27 mil. “De 2008 a 2010 já foram investidos mais de R$ 2 milhões em editais beneficiando dezenas de municípios baianos com 73 projetos”, completa o diretor do IPAC.

A Coroa de Xangô fica instalada no pilar do barracão ou casa principal do terreiro, e é onde acontecem as festas públicas. A coluna é considerada o centro simbólico e ritualístico desse espaço sagrado. Segundo o ogã da Casa Branca, Antônio Figueiredo, é aí onde está o axé que sinaliza a sacralidade do barracão. Na cosmologia nagô esse local central é a representação material da ligação entre duas dimensões, o Aiyê (Terra, mundo dos vivos) e o Orum (Céu, domínio das divindades). Já o ogã é um dos importantes cargos de um terreiro.

A coroa da Casa Branca é um ornamento feito em madeira e pedraria, confeccionada após a remoção de outra peça de opaca, mais antiga e cuja manufatura é atribuída ao africano e um dos fundadores da Casa Branca, Rodolfo Martins de Andrade, o renomado Tio Bamboxê. A sua recuperação foi realizada pelo restaurador e professor da Escola de Belas Artes da Universidade Federal da Bahia, Dirson Argolo.

Estudo prévio detectou problemas na peça como oxidação do verniz, fissuras e empeno, apodrecimento do forro, partes faltantes, deslocamento e perdas das folhas de compensado. Os restauradores trocaram 70% da madeira por cedro, reconstituíram as peças que faltavam, promoveram limpeza e imunização, reforçaram o verso de cada florão e a parte estrutural interna da coroa, fixada em barras de ferro.

MATRIZ BRASILEIRA – O Terreiro da Casa Branca foi fundado no século 19 por um grupo de sacerdotisas africanas nagôs e é considerado matriz no Brasil de centenas de outros terreiros. Em 1984, a casa foi tombada pelo Instituto do Patrimônio Artístico Nacional, como primeiro centro religioso não-católico a ser reconhecido como patrimônio nacional pelo Ministério da Cultura. A Casa possui 6,8 mil metros quadrados, onde constam barracão, praça, fonte e mais itens sagrados. O local foi contemplado ainda por outro edital do IPAC para recuperar a Casa de Oxossi, com investimento de R$ 19,9 mil.

Os Editais do IPAC são publicados sempre no site www.ipac.ba.gov.br. Mais informações pelo endereço eletrônico editais@ipac.ba.gov.br e telefones (71) 3117.6491 ou 3117.6492.

Fonte: http://www.cultura.ba.gov.br

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O mês de fevereiro é especial para a legião de fãs da diva do jazz Nina Simone. Uma mulher   que transpôs todos os limites  que lhes foram impostos em um tempo que para  o  negro,   quase nada era permitido.   Aos 11 anos de idade fez sua primeira apresentação em um recital de piano clássico. Esta estréia  a marcaria  para sempre, pois segundo as leis vigentes nos idos de 1944 na tenebrosa Carolina do Norte,  os negros  só  poderiam  ocupar assentos públicos  atrás dos brancos.

Nina protestou veementemente dizendo que queria seus pais ocupando assentos onde ela pudesse vê-los,  foi atendida  porém,   aquele foi apenas o primeiro de muitos protestos que lançaria  ao mundo  como o hino  Mississipi Goddam,  sobre o assassinato de quatro crianças negras numa igreja, em 1963.

Durante suas apresentações  eram frequentes suas  provocações ao público, dizendo que precisa apenas do dinheiro deles.  Talento e ousadia não lhe faltavam, mas o racismo, um dos seus grandes obstáculos, fez de Nina uma mulher mais forte e determinada. Nos anos 50 teve o mérito de ser uma das primeiras artistas negras a ingressar na renomada Juilliard School of Music, em Nova York. A partir daí surgiu uma cantora e  pianista inigualáveis.

Nina se aventurou por diversos ritmos, passando pelo gospel, soul, folk, blues e jazz. Suas músicas entraram para a história, assim como “Strange Fruit” (clássico anti-racismo que ficou conhecido no tom visceral de Billie Holiday.

Sua vida pessoal foi conturbada seu casamento foi um fracasso era insultada e desrepeitada, enfrentou problemas com a receita federal ameircana por não pagar impostos, t além de um elacionamento dificil com seus empresários .

Passou alguns anos morando na Libéria, lá ela adotou looks africanos e também causas radicais contra os brancos, fazendo de sua vida uma verdadeira guerra contra o racismo.  Veio ao Brasil em 1997, quando gravou com Maria Bethania e fez um show no Metropolitan. Guerreou até o fim contra o preconceito racial e morreu em Carry-le-Rouet, no dia 21 de abril de 2003, na mais completa paz, dormindo.

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Durante 13 anos, o bloco tinha o intuito de exaltar a beleza da cultura afro-brasileira, prestando homenagens a artistas locais. Esse ano, a pedido da comunidade do Pau Miúdo, o bloco pretende focar na importância intelectual e militante do movimento negro, e ninguém melhor do que o professor, historiador, Dr. Ubiratan Castro de Araújo, atual diretor da Fundação Pedro Calmon/SecultBA.

 

“Fiquei muito feliz e lisonjeado pelo convite não só por saber da importância destas entidades para a cultura baiana, mas também por ter sido um desejo da comunidade. É graças à atuação dos blocos afros que está sendo mantida toda diversidade e riqueza das heranças africanas no Carnaval da Bahia”, disse Ubiratan.

 

Foto: divulgação

O currículo acadêmico do professor, que já foi homenageado diversas vezes, em 2006 com a  Medalha Zumbi dos Palmares, pela Câmara Municipal de Salvador, é tão grande quanto a importância dele para a cultura afro-brasileira. Graduado em História pela Universidade Católica do Salvador (1970) e em Direito pela Universidade Federal da Bahia (1971). Ubiratan fez mestrado em História na Université de Paris X, Nanterre (1973) e doutorado em História na Universite de Paris IV (Paris-Sorbonne) (1992).

 

O bloco, que foi fundado em 1992, por um grupo de amigos compositores, entre eles, Josué do Babá – diretor do bloco, Walter Garrincha e Beto Jamaica, tem como propósito, ações sociais que desenvolvem trabalhos com crianças em situações de riscos, além de contribuição para construção de uma identidade e elo de fortalecimento da educação, cultura e tradições afro-brasileiras.

 

O bloco integra o Carnaval Outro Negro, programa de fomento da Secretaria Estadual de Cultura-SecultBa, que apóia financeiramente as entidades carnavalescas de matriz africana do Carnaval baiano. Em 2011, 138 agremiações serão beneficiadas.

 A banda afro B.COA promete levar alegria e muita música aos fuliões na sexta de Carnaval, 04 de março, saindo da Praça da Sé, a partir dàs 20h.

Para adquirir a fantasia do bloco, basta trocar 1kg de alimento não perecível e mais R$ 10,00, na sede da agremiação, localizada na Rua Santa Luiza, no 44, bairro do Pau Miúdo. Os alimentos serão doados para uma creche da própria comunidade.

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A beleza e a força de mulheres de diferentes países da África estarão reveladas na exposição Mulheres Africanas,  lançada na sexta-feira (12), às 18h30, na Galeria do Conselho de Cultura da Bahia. A mostra fica em Salvador até 06 de dezembro, como parte da programação do Novembro Negro, projeto coordenado pela Secretaria de Promoção da Igualdade (Sepromi), em alusão ao Dia da Consciência Negra. Senegal, Nigéria, Libéria, Cabo Verde, Burkina Faso, Togo, Costa do Marfim são nações, cujas retratações femininas poderão ser conferidas no trabalho da artista plástica paulista Surama Cagiamo que, pela primeira vez, expõe na capital baiana.

A mostra tem como objetivos estimular o reconhecimento e a identificação do povo da Bahia com as suas origens africanas; fomentar a reflexão sobre o papel da mulher no mundo e na sociedade, principalmente, a mulher negra; valorizar as raízes, a cultura e a arte afro-brasileira; incentivar o interesse pelo continente africano.

Esculpidas em tamanho natural – entre 1,83 e 1,97 metros – as obras são produzidas com material reciclado, tendo como base o MDF. As cores são adquiridas com a pintura e colagem de papel de jornais e revistas, aplicado em CDs reutilizados. Transformados em pequenos pedaços, os CDs forram a base do MDF com a técnica do mosaico. Já os acessórios, como pulseiras, braceletes e colares, são feitos com pedaços de plástico, PVC, casca de árvore, pedra, semente, arame e papel.

A busca da mulher africana por melhores condições de vida também não difere da realidade de mulheres do mundo inteiro, inclusive as baianas, das que são discriminadas pela sociedade. A herança da cultura africana é mais um componente desta exposição que traz estampada, em cada obra, a simbologia da memória, música, dança, artesanato, religião, culinária e outros símbolos que traduzem a postura e a beleza da mulher africana, como as cores vibrantes em seus trajes e acessórios.

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Corpo-Imagem dos Terreiros: Experiência ritual e Produção de Presença – O debate faz parte do projeto contemplado pelo Programa Pensamento e Cultura com participação de Marco Aurélio Luz, Ilê Asipá e professor da UFBA; dos fotógrafos Adenor Gondim, Aristides Alves, Bauer Sá; Marcelo Bernardo da Cunha, coordenador do Museu Afro, professor do CEAO/UFBA. Auditório Milton Santos (3283-5502). Quinta-feira, às 18h30.Dia 18 de novembro.

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